{"_embedded":{"projetos":[{"PRONAC":"192783","nome":"O Choro reinventa a roda","providencia":"PROJETO ARQUIVADO.","cgccpf":"07996136000142","situacao":"Projeto encerrado por excesso de prazo sem capta\u00e7\u00e3o ","acessibilidade":"O projeto do livro prev\u00ea a disponibiliza\u00e7\u00e3o do conte\u00fado em PDF na internet para que seja pass\u00edvel de audiodescri\u00e7\u00e3o pelos softwares de voz que o p\u00fablico com defici\u00eancia visual costuma utilizar. Visto que a publica\u00e7\u00e3o contar\u00e1 com cerca de 60 fotos, tamb\u00e9m prevemos a contrata\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o especializado de audiodescri\u00e7\u00e3o das imagens. Para o evento de lan\u00e7amento vamos garantir as medidas de facilita\u00e7\u00e3o da locomo\u00e7\u00e3o pelo espa\u00e7o tais como a instala\u00e7\u00e3o de rampas e de guias t\u00e1teis. O local pretendido \u00e9 o Teatro Municipal de Niter\u00f3i e ele j\u00e1 conta com rampas e medidas de acessibilidade para cadeirantes.","objetivos":"O objetivo geral \u00e9 resgatar e divulgar o Choro, tamb\u00e9m conhecido como chorinho, que \u00e9 um g\u00eanero de m\u00fasica popular e instrumental tipicamente brasileiro, surgido no Rio de Janeiro em meados do s\u00e9culo XIX. Em 2020 ser\u00e3o celebrados 150 anos do Choro. O livro tem como objetivo decifrar a roda de choro e responder perguntas como por exemplo: por que alguns m\u00fasicos gostam de tocar Choro mas n\u00e3o de tocar na roda de choro? Ou ainda: por que a abund\u00e2ncia de material publicado e uma maior acessibilidade a tudo que se refere a Choro (livros, partituras, grava\u00e7\u00f5es), n\u00e3o fez decair a import\u00e2ncia da roda? Dentre outras perspectivas, ao avan\u00e7ar na imbrica\u00e7\u00e3o entre os aspectos musicais e psicossociais envolvidos na roda de choro, ser\u00e1 poss\u00edvel responder a estes e outros questionamentos. Como objetivos espec\u00edficos n\u00f3s planejamos produzir: 1) 1mil exemplares do livro, dos quais 20% ser\u00e3o destinados a distribui\u00e7\u00e3o gratuita com car\u00e1ter social, educativo ou forma\u00e7\u00e3o art\u00edstica, como por exemplo para faculdades p\u00fablicas de m\u00fasica e institui\u00e7\u00f5es de ensino de m\u00fasica e pesquisa de m\u00fasica; 2) um evento de lan\u00e7amento em Niter\u00f3i - RJ no Teatro Municipal de Niter\u00f3i com show ao vivo no palco e ingresso a pre\u00e7o popular (R$20,00). Estimativa de 400 pessoas. Como medida de amplia\u00e7\u00e3o de acesso, vamos oferecer uma vaga de est\u00e1gio a estudantes da rede p\u00fablica ou privada de ensino nas atividades de produ\u00e7\u00e3o do projeto.","justificativa":"Para se compreender porque o Choro atinge 150 anos de exist\u00eancia sem o menor sinal de esgotamento e em din\u00e2mica diversidade, \u00e9 necess\u00e1rio dimensionar a roda de choro como o espa\u00e7o de reinven\u00e7\u00e3o constante dessa musicalidade. Ao tra\u00e7ar um paralelo hist\u00f3rico entre as fases pelas quais o Choro passou e os reflexos ocorridos nas rodas, foi poss\u00edvel detectar com precis\u00e3o que algumas fun\u00e7\u00f5es da roda mudaram ao longo desses 150 anos e outras n\u00e3o. O livro \"O Choro reinventa a roda - 150 anos de uma utopia musical\" apresentar\u00e1 uma etnografia da roda de choro, encontro informal de m\u00fasicos para a pr\u00e1tica do Choro, vista de dentro para fora e com \u00eanfase nas transforma\u00e7\u00f5es ocorridas desde a chegada de uma nova gera\u00e7\u00e3o de participantes nesses encontros, em fins da d\u00e9cada de 1970 at\u00e9 os dias atuais. Um paralelo entre o Choro e a roda de choro atrav\u00e9s dos tempos \u00e9 apresentado incialmente, situando o principal estudo de caso historicamente: as rodas de choro ocorridas na casa do arquiteto Alfredo Britto entre 1980 e 2015. Sempre no primeiro s\u00e1bado do ano, Alfredo recebia m\u00fasicos e convidados e gravava integralmente os encontros. Cruzando as informa\u00e7\u00f5es obtidas nas grava\u00e7\u00f5es, com entrevistas e question\u00e1rios e ainda com a observa\u00e7\u00e3o participante do autor, foi poss\u00edvel tocar em aspectos subjetivos da liga\u00e7\u00e3o entre os chor\u00f5es e a roda de choro. O trabalho teve igualmente como objetivo identificar novas tend\u00eancias, que v\u00eam alterando de forma significativa as pr\u00e1ticas relativas a esses encontros musicais, como o caso do coletivo \"Choro na Rua\" em atividade desde 2016. A publica\u00e7\u00e3o pretendida com este projeto incluir\u00e1 ainda as imagens captadas e selecionadas pela fot\u00f3grafa Mar\u00edlia Figueiredo, que documenta h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada as rodas de choro do estudo de caso e que ilustram preciosos flagrantes da intera\u00e7\u00e3o psicossocial que ocorre nesses encontros. Por meio da lei de incentivo \u00e0 cultura buscaremos captar financiamento para viabilizar este projeto de resgate e valoriza\u00e7\u00e3o de um g\u00eanero musical autenticamente brasileiro e popular.","etapa":"PR\u00c9-PRODU\u00c7\u00c3O (2 meses) - assinatura dos contratos com autor, fot\u00f3grafa e pesquisador - levantamento de fontes de pesquisa complementares sobre m\u00fasica - contrata\u00e7\u00e3o de estagi\u00e1rio de produ\u00e7\u00e3o - in\u00edcio da diagrama\u00e7\u00e3o e do desenvolvimento da identidade visual do projeto - pr\u00e9-or\u00e7amento com gr\u00e1ficas - agendamento da data do evento de lan\u00e7amento PRODU\u00c7\u00c3O (7 meses) - realiza\u00e7\u00e3o da pesquisa e produ\u00e7\u00e3o do texto - sele\u00e7\u00e3o das fotos - revis\u00e3o ortogr\u00e1fica - diagrama\u00e7\u00e3o - prova e produ\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica - audiodescri\u00e7\u00e3o das imagens - produ\u00e7\u00e3o do evento de lan\u00e7amento: contrata\u00e7\u00e3o dos m\u00fasicos, produ\u00e7\u00e3o de convites, implementa\u00e7\u00e3o de medidas de acessibilidade necess\u00e1rias, divulga\u00e7\u00e3o - realiza\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o formativa cultural: workshop gratuito sobre Choro com o autor do livro, separado em 3 aulas de cerca de 1h de dura\u00e7\u00e3o cada - assessoria de imprensa e realiza\u00e7\u00e3o do evento de lan\u00e7amento com m\u00fasica ao vivo P\u00d3S-PRODU\u00c7\u00c3O - distribui\u00e7\u00e3o gratuita da contrapartida social - relat\u00f3rio final e presta\u00e7\u00e3o de contas","ficha_tecnica":"Pesquisa e texto HENRIQUE CAZES Coordena\u00e7\u00e3o de pesquisa JO\u00c3O CARINO Fotografias MARILIA FIGUEIREDO Dire\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7a\u00f5 LUIZA CARINO Diagrama\u00e7\u00e3o e projeto gr\u00e1fico LETICIA LIMA Produ\u00e7\u00e3o Executiva CATARINA DALL'ORTO Realiza\u00e7\u00e3o INSTITUTO MEM\u00d3RIA MUSICAL BRASILEIRA O IMMuB (Instituto Mem\u00f3ria Musical Brasileira) ser\u00e1 respons\u00e1vel pela realiza\u00e7\u00e3o do projeto, o que inclui a contrata\u00e7\u00e3o dos profissionais, administra\u00e7\u00e3o financeira e presta\u00e7\u00e3o de contas, produ\u00e7\u00e3o do livro, dos eventos de lan\u00e7amento e da distribui\u00e7\u00e3o da contrapartida social. CURR\u00cdCULOS Henrique Cazes (Henrique Leal Cazes, Rio de Janeiro, 02\/02\/1959) Nascido em uma fam\u00edlia de m\u00fasicos amadores do sub\u00farbio carioca do M\u00e9ier, come\u00e7ou a tocar viol\u00e3o com seis anos de idade e gradativamente foi incorporando o cavaquinho, o bandolim, o viol\u00e3o tenor, o banjo, a viola caipira e finalmente a guitarra el\u00e9trica, sempre como autodidata. Estreou profissionalmente em 1976 com o Conjunto Coisas Nossas, que realizou ampla pesquisa sobre a m\u00fasica brasileira dos anos 1920 e 30. Em 1980 passou a integrar a Camerata Carioca, onde trabalhou em contato direto com Joel Nascimento e o maestro Radam\u00e9s Gnattali, duas influ\u00eancias decisivas. Em 1988, Henrique iniciou sua carreira de solista de cavaquinho, com o lan\u00e7amento do disco \"Henrique Cazes\" juntamente com o m\u00e9todo \"Escola Moderna do Cavaquinho\", o mais utilizado livro did\u00e1tico do instrumento. Lan\u00e7ou ainda outros discos marcantes como \"Tocando Waldir Azevedo\" de 1990, \"Desde que o Choro \u00e9 Choro\" de 1995, \"Uma hist\u00f3ria do cavaquinho brasileiro\" de 2012 e, em duo com o violonista Marcello Gon\u00e7alves, \"Pixinguinha de Bolso\" de 2000 e \"Vamos acabar com o baile\", este \u00faltimo abordando a obra de Garoto. Publicou em 1998 o livro \"Choro, do Quintal ao Municipal\", que resume a hist\u00f3ria de 150 anos de Choro. \u00c9 autor de outros livros como \"Su\u00edte Gargalhadas\" de 2002 e \"Monarco, voz e mem\u00f3ria do samba\" de 2003, al\u00e9m das pequenas biografias de Chiquinha Gonzaga, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo, elaboradas para a cole\u00e7\u00e3o \"Ra\u00edzes da MPB\" em 2010. Dedicou-se a projetos de amplia\u00e7\u00e3o das fronteiras do choro como \"Bach in Brazil\u201d, a s\u00e9rie de 4 CDs \u201cBeatles\u2019n\u2019Choro\u201d e \"EletroPixinguinha XXI\". Em 2011 obteve o t\u00edtulo de Mestre pela Escola de M\u00fasica da UFRJ, na qual \u00e9 professor desde 2013 e onde implanta o Bacharelado em cavaquinho. Apontado como o melhor solista de cavaquinho e um dos mais ativos m\u00fasicos de Choro da atualidade, Cazes tem paralelamente desenvolvido uma premiada carreira de produtor de discos, al\u00e9m de compor trilhas para cinema e televis\u00e3o. Jo\u00e3o Carino Produtor cultural e radialista, acumula a produ\u00e7\u00e3o musical e art\u00edstica de dezenas de shows, CDs e DVDs. Em 1998, produziu com Herm\u00ednio Bello de Carvalho o CD \"Chico Buarque de Mangueira\", lan\u00e7ado pela gravadora BMG. Nesse mesmo ano, juntamente com Maur\u00edcio Carrilho e Luciana Rabello, fundou o Selo Acari Records, especializado em choro, pelo qual lan\u00e7ou os discos de \u00c1lvaro Carrilho, \"Leonardo Miranda toca Callado\", Luciana Rabello, Maur\u00edcio Carrilho, Arranca Toco e \u00cdndio do Cavaquinho. No mesmo ano, produziu, para a gravadora Pau-Brasil, o CD \"Cl\u00e1ssicas\", de Zez\u00e9 Gonzaga e Jane Duboc. Em 2000, foi convidado por Jane Duboc e Paulo Amorim para trabalhar como diretor da gravadora Jam Music, na qual produziu os CDs \"Sess\u00e3o passatempo\", de Carol Saboya, \"Cristina canta Wilson Batista\", \"Bena Lobo\", \"Tunai ao vivo\", \"Angela R\u00f4 R\u00f4\", \"Bukassa - quero viver\", \"C\u00e9lia Vaz e Z\u00e9 Luiz Mazziotti cantando Paulinho da Viola\", Grupo Curupira, Martinho da vila - samba de enredo unidos do mundo\", \u00c2ngela R\u00f4-R\u00f4 \"Acertei no mil\u00eanio\", C\u00e9lso Vi\u00e1fora \"Basta bater um tambor\", Jo\u00e3o Nogueira ao vivo \"Atrav\u00e9s do espelho\" e outros. Nesse mesmo ano, produziu, com Herm\u00ednio Belo de Carvalho, a caixa \"Clementina 100 Anos\", com patroc\u00ednio da BR - Distribuidora, contendo oito discos gravados por Clementina de Jesus. Em 2001, produziu o CD \"Beth Carvalho canta Nelson Cavaquinho\" e o CD \"Para salvar a terra\", das Fren\u00e9ticas, para a gravadora Jam Music. No ano seguinte, produziu, para o Museu da Imagem e do Som, o CD \"Com Jacob, sem Jacob\" e, para Universal Jazz, da Fran\u00e7a, o disco \"Interior\", de Marcio Faraco, depois lan\u00e7ado no Brasil pela Biscoito Fino. No ano de 2003, produziu, ao lado de Herm\u00ednio Bello de Carvalho, a caixa \"Faxineira das Can\u00e7\u00f5es\", de Elizeth Cardoso, na qual foram compilados quatro discos da cantora, com lan\u00e7amento pela gravadora Biscoito Fino. Produziu, no ano seguinte, pela Niter\u00f3i Discos, CDs de Marcio Proen\u00e7a, Marcos Lima e \"Ismael Silva ao vivo em Niter\u00f3i\", com Jards Macal\u00e9, Dalva Tores, Cristina Buarque e D\u00e9lcio Carvalho. Tamb\u00e9m em 2004, ao lado de Frederico Oliveira Coelho, foi um dos produtores da s\u00e9rie de seis cat\u00e1logos iconogr\u00e1ficos coordenados por J\u00falio Diniz e lan\u00e7ados pelo Instituto Cultural Cravo Albin. Os cat\u00e1logos tiveram como temas \"Clube de Jazz e Bossa\" (com apresenta\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Domingos Raffaelli), \"Tons e sons do Rio de Janeiro\" (com apresenta\u00e7\u00e3o de Ruy Castro), \"Novos caminhos do choro\" (com apresenta\u00e7\u00e3o de Andr\u00e9 Diniz), \"No palco, os festivais\" (com apresenta\u00e7\u00e3o de Zuza Homem de Mello), \"Telenovelas - Imagin\u00e1rio sonoro do Brasil\" (com apresenta\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o M\u00e1ximo) e \"Mulheres compositoras na m\u00fasica popular brasileira\", este \u00faltimo com apresenta\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar Pinheiro, reunindo v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es de compositoras brasileiras desde os prim\u00f3rdios da produ\u00e7\u00e3o nacional iniciada por Chiquinha Gonzaga at\u00e9 o ano de 2004. A cole\u00e7\u00e3o, patrocinada pela El-Paso, tamb\u00e9m trouxe um CD com 15 faixas, nas quais foram inseridas \"Corta-jaca\" (Chiquinha Gonzaga), \"A noite de meu bem\" (Dolores Duran), \"Andan\u00e7a\" (Edmundo Souto, Danilo Caymmi e Paulinho Tapaj\u00f3s), \"Cantiga por Luciana\" (Edmundo Souto e Paulinho Tapaj\u00f3s), \"Odeon\" (Ernesto Nazar\u00e9), \"Murmurando\" (Fon-Fon e M\u00e1rio Rossi), \"Meu av\u00f4 (Yamand\u00fa Costa), \"Canto de Iemanj\u00e1\" (Baden Powell e Vinicius de Moraes), \"Meu bem-querer\" (Djavan), \"Resposta ao tempo\" (Crist\u00f3v\u00e3o Bastos e Aldir Blanc), \"Conversa de botequim\" (Vadico e Noel Rosa), \"Copacabana\" (Jo\u00e3o de Barro e Alberto Ribeiro) e \"Cidade maravilhosa\" (Andr\u00e9 Filho). No CD tamb\u00e9m foi inclu\u00eddo o discurso de Vinicius de Moraes em homenagem a Pixinguinha, na ocasi\u00e3o do recebimento da \"Comenda da Ordem da Bossa\" pelo Clube de Jazz e Bossa, no Teatro Casa Grande no ano de 1967. Nesta mesma noite Pixinguinha, Tom Jobim e Ismael Silva interpretaram \"Carinhoso\" (Pixinguinha e Jo\u00e3o de Barro), faixa tamb\u00e9m inclu\u00edda no disco.Entre 1999 e 2004, apresentou na R\u00e1dio MEC AM, ao lado do pesquisador Paulo C\u00e9sar de Andrade, o programa \"Roda de choro\". Ainda em 2004, produziu v\u00e1rios discos, entre os quais o CD de Marcos Lima e o CD de Marcio Faraco. No ano de 2005, fez a dire\u00e7\u00e3o do espet\u00e1culo \"Alab\u00ea de Jerusul\u00e9m\", de Altay Veloso, que reuniu no palco do Canec\u00e3o Lenine, Elba Ramalho, Alcione, Sandra de S\u00e1, Faf\u00e1 de Bel\u00e9m, Ronnie Marruda, Leny Andrade, Cl\u00e1udio Zoli, Zez\u00e9 Motta, Jorge Vercilo, Pery Ribeiro, Lucinha Lins, Cris Delanno e Selma Reis. Produziu, em 2007 e 2008, os projetos \u201cA Fala da Flauta\u201d (4 DVDs) e \u201cPoesia do Sopro\u201d (3 CDs), com o flautista Altamiro Carrilho. Entre 2008 e 2010, produziu e dirigiu shows de Marcus Lima, Marcio Faraco, Altamiro Carrilho, \u201cCartola 100 anos\u201d (no Teatro Popular de Niter\u00f3i) e a remontagem da pe\u00e7a \u201cCalabar\u201d, de Chico Buarque e Ruy Guerra, com dire\u00e7\u00e3o de Ruy Faria. Nesse mesmo per\u00edodo, produziu discos de Ricardo Pav\u00e3o, Andr\u00e9ia Carneiro, Marcio Faraco, Ivan Lins e Celso Vi\u00e1fora, Anna Botelho e Denise Vianna, e Marcus Lima. Em 2010, produziu o evento \u201cNoel Rosa, Poeta da Cidade\u201d, participando tamb\u00e9m como palestrante ao lado de Julio Diniz e Andr\u00e9 Diniz. Ainda em 2010, produziu o DVD do compositor Monarco, com participa\u00e7\u00e3o especial de Martinho da Vila, Paulinho da Viola e Zeca Pagodinho, patrocinado pela OI Futuro. Luiza Carino Luiza \u00e9 produtora cultural e h\u00e1 10 anos atua na produ\u00e7\u00e3o e coordena\u00e7\u00e3o de projetos variados. Desde 2012 assumiu a Dire\u00e7\u00e3o Executiva do IMMuB (Instituto Mem\u00f3ria Musical Brasileira), onde vem assinando a dire\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o de todos os projetos. Foi a partir da sua gest\u00e3o que o IMMuB ganhou maior proje\u00e7\u00e3o ao ser selecionada e participar dos programas de empreendedorismo jovem Empreendedores Criativos (Santander | Cemec - 2013) e Iniciativa Jovem da Shell (2014), no qual foi inclusive uma das premiadas. Luiza \u00e9 a respons\u00e1vel pelo projeto e atualiza\u00e7\u00e3o do website do IMMuB, que re\u00fane o maior cat\u00e1logo digital da m\u00fasica brasileira e um portal de conte\u00fado sobre o tema. Atua desde a elabora\u00e7\u00e3o, formata\u00e7\u00e3o e inscri\u00e7\u00e3o de projetos em leis e editais \u00e0 coordena\u00e7\u00e3o de equipes, produ\u00e7\u00e3o de base, executiva, elabora\u00e7\u00e3o de relat\u00f3rios e presta\u00e7\u00e3o de contas. Seu curr\u00edculo inclui a realiza\u00e7\u00e3o de projetos de livros (Geogra da M\u00fasica Carioca \/ 2015), exposi\u00e7\u00f5es (Quem te viu, quem te v\u00ea\/2019; Noel \u00e9 100\/2016; Documental Imagin\u00e1rio\/2012), filmes de longa e curta metragem (Retrato Cantado - M\u00e1rcio Proen\u00e7a\/2014; Yuka no Caminho das Setas\/2011; Os Sapos\/2010); diversos shows e ciclos de palestras. Desde 2011, juntamente ao seu s\u00f3cio \u00e9 respos\u00e1vel pela gest\u00e3o do Programa Aprendiz - M\u00fasica na Escola, um projeto sociocultural que oferece inicia\u00e7\u00e3o musical a alunos do ensino fundamental de 23 escolas de Niter\u00f3i, atingindo 2500 crian\u00e7as e jovens. A a\u00e7\u00e3o engloba a forma\u00e7\u00e3o orquestral e a capacita\u00e7\u00e3o da equipe de professores, al\u00e9m de parcerias internacionais. Mais informa\u00e7\u00f5es em www.aprendizmusica.com.br Mar\u00edlia Figueiredo Carioca de Botafogo, seu interesse pela fotografia come\u00e7ou muito cedo, por influ\u00eancia do pai, fot\u00f3grafo amador e de um tio que era fot\u00f3grafo profissional.Formada em Engenharia Qu\u00edmica pela UFRJ e p\u00f3s-graduada em Inform\u00e1tica e em Engenharia de Seguran\u00e7a do Trabalho pela PUC-Rio, trabalhou como engenheira at\u00e9 2017. Ap\u00f3s um per\u00edodo em que se dedicou inteiramente ao trabalho como engenheira, reencontrou em 2005 a paix\u00e3o pela fotografia. A partir do ano seguinte, iniciou uma s\u00e9rie de cursos no Ateli\u00ea da Imagem, onde pode aprimorar v\u00e1rios aspectos da t\u00e9cnica fotogr\u00e1fica.A rela\u00e7\u00e3o com a m\u00fasica tamb\u00e9m \u00e9 antiga. A av\u00f3 era pianista profissional, pioneira no acompanhamento de aulas de gin\u00e1stica r\u00edtmica. Nos anos 1980, Mar\u00edlia tocou saxofone na lend\u00e1ria banda de reggae e ska chamada Kongo. A experi\u00eancia como musicista ajudou a fot\u00f3grafa a perceber o momento certo do clique,captando as express\u00f5es e sentimentos dos m\u00fasicos, tanto no momento do ataque de uma nota como num flagrante de troca de olhares quando v\u00e3o \u201cpassar a bola\u201d. O interesse em registar essa magia da intera\u00e7\u00e3o musical levou Mar\u00edlia Figueiredo a constituir um acervo significativo, principalmente documentando o choro, tanto em espa\u00e7os formais quanto nas rodas de choro. Let\u00edcia Lima Leticia Lima formou-se com honras em Design Gr\u00e1fico pela George Brown School of Design de Toronto, no Canad\u00e1 em 2012 e em Publicidade pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro em 2006. Ao se formar em Publicidade estagiou em empresas como TV Globo, Almap BBDO S\u00e3o Paulo e trabalhou no est\u00fadio de Design Retina 78. Durante os 5 anos v\u00edvidos no Canad\u00e1, trabalhou como Designer, desenvolveu trabalhos como freelancer para clientes como StudioLab e para a Chef Deborah Reid criando infogr\u00e1ficos e ilustra\u00e7\u00e3o de livro infantil. Trabalhou tamb\u00e9m na ag\u00eancia de publicidade Publicis Toronto. Atualmente gerencia o Departamento de Comunica\u00e7\u00e3o da empresa Toronto Bakery desenvolvendo as embalagens dos produtos e cuidando da identidade visual e da marca como um todo. Tamb\u00e9m atua como freelancer desenvolvendo trabalhos diversificados como por exemplo a programa\u00e7\u00e3o visual de pe\u00e7as editoriais, promocionais e criando identidade visual para empresas. Assim, \u00e9 capaz de oferecer um servi\u00e7o especializado que associa seus conhecimentos como publicit\u00e1ria e como designer para solucionar desafios de comunica\u00e7\u00e3o de forma estrat\u00e9gica e eficaz.","impacto_ambiental":"","especificacao_tecnica":"formato fechado: 16x23cm formato aberto: 32x23cm capa: couche 180g com lamina\u00e7\u00e3o fosca. lombada costurada, 4x4 miolo: offset 4x4 cores 150 paginas tiragem inicial de 1mil exemplares O show de m\u00fasica ao vivo do evento de lan\u00e7amento ter\u00e1 dura\u00e7\u00e3o de 80 minutos. A a\u00e7\u00e3o formativa ser\u00e1 um workshop gratuito sobre Choro com o autor do livro, separado em 3 aulas de cerca de 1h de dura\u00e7\u00e3o cada.","estrategia_execucao":"\u00cdndice APRESENTA\u00c7\u00c3O 1 A RODA DE CHORO ATRAV\u00c9S DOS TEMPOS 1.1 Dos pioneiros \u00e0 Era do R\u00e1dio 1.2 A fase defensiva 1.3 As rodas de choro da casa de Alfredo Britto 1980-2015 1.4 O coletivo \"Choro na Rua\" 2 PENSANDO A RODA DE CHORO 2.1 Como tradi\u00e7\u00e3o e ritual 2.2 Como sistema de d\u00e1divas, trocas simb\u00f3licas 3 O QUE ROLA NA RODA DE CHORO 3.1 A vis\u00e3o dos m\u00fasicos 3.2 A vis\u00e3o do p\u00fablico que assiste 3.3 Solistas e acompanhadores 3.4 Repert\u00f3rio 3.5 Improviso 4 OS 150 ANOS DE UMA UTOPIA MUSICAL Breve apresenta\u00e7\u00e3o Assim como a palavra Choro que, no contexto da m\u00fasica popular que se produz no Brasil, tem uma gama de significados que varia de g\u00eanero musical formalmente definido a sotaque fraseol\u00f3gico e at\u00e9 musicalidade (no sentido de qualidade ou car\u00e1ter musical), a express\u00e3o roda de choro \u00e9 usada com muitos significados distintos. Para definir a roda de choro como objeto de estudo, busquei op\u00e7\u00f5es que considerassem o conceito mais amplo e atualizado de Choro, e que inclui desde g\u00eanero e estilo at\u00e9 os processos psicossociais que envolvem a pr\u00e1tica dessa musica. Esses aspectos subjetivos dizem respeito diretamente a rela\u00e7\u00e3o entre o m\u00fasico e a constru\u00e7\u00e3o de uma experi\u00eancia de interpreta\u00e7\u00e3o compartilhada. Evento indispens\u00e1vel em todas as fases da hist\u00f3ria do Choro, por suas m\u00faltiplas fun\u00e7\u00f5es nos campos da pr\u00e1tica musical (aprendizado e memoriza\u00e7\u00e3o de repert\u00f3rio, improvisa\u00e7\u00e3o, etc.), do lazer de m\u00fasicos amadores e de profissionais, normalmente ocupados com outros tipos de m\u00fasica e tamb\u00e9m do estabelecimento e constante refor\u00e7o da identidade de um certo grupo de m\u00fasicos \u2013 os chor\u00f5es, a roda acabou por se confundir com o pr\u00f3prio universo do Choro. A experi\u00eancia de compartilhamento que ocorre numa roda de choro \u00e9 extremamente rica, tanto em termos musicais quanto sociais. N\u00e3o h\u00e1 compromisso com o tempo cronol\u00f3gico (hora para come\u00e7ar, hora para parar), nem uma hierarquia que determine quem vai tocar ou o que vai ser tocado. Tudo \u00e9 negociado informalmente atrav\u00e9s de sons e olhares. Cada m\u00fasico que chega procura seu lugar na roda, sem que ningu\u00e9m lhe fa\u00e7a qualquer determina\u00e7\u00e3o. A roda de choro re\u00fane elementos potencialmente conflitantes como competi\u00e7\u00e3o e cumplicidade, amadorismo e profissionalismo, divers\u00e3o e pr\u00e1tica musical objetiva; resultando por isso mesmo em uma experi\u00eancia fundamental para a compreens\u00e3o do que atrai, o que agrega, o que fascina os m\u00fasicos de v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es em torno do Choro. Partindo de um panorama hist\u00f3rico da roda de choro atrav\u00e9s dos tempos, desde o s\u00e9culo XIX at\u00e9 a experi\u00eancia contempor\u00e2nea do coletivo \"Choro na Rua\" e passando pela compreens\u00e3o dos aspectos psicossociais envolvidos, o terceiro cap\u00edtulo coloca o leitor dentro da roda, atrav\u00e9s da discuss\u00e3o de aspectos como repert\u00f3rio e improviso. A busca constante do compartilhamento, a utopia da roda de choro perfeita que ao ser buscada ao longo de 150 anos de Choro, garantiu a renova\u00e7\u00e3o constante dessa m\u00fasica, justifica a par\u00f3dia do lema positivista que fecha o livro: Roda de choro: liberdade por princ\u00edpio, compartilhamento por base e alegria por fim. Henrique Cazes Para o show do evento de lan\u00e7amento prevemos a contrata\u00e7\u00e3o de 6 m\u00fasicos como base e 3 convidados especiais. Faremos uma roda de choro no palco.","democratizacao":"Em conformidade com o art. 21 da IN n\u00ba 02\/2019 do Minist\u00e9rio da Cidadania, do total da tiragem inicial prevista (1 mil exemplares), vamos destinar 20% (200 exemplares) para distribui\u00e7\u00e3o gratuita para bibliotecas de faculdades p\u00fablicas e cursos de m\u00fasica, de escolas p\u00fablicas, centros culturais, o que atende ao inciso \"I - doar, al\u00e9m do previsto na al\u00ednea \"a\", inciso I do artigo 20, no m\u00ednimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execu\u00e7\u00e3o do projeto a escolas p\u00fablicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao p\u00fablico, devidamente identificados\", a fim de beneficiar diretamente estudantes e professores de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de ensino. O material em PDF tamb\u00e9m ser\u00e1 disponibilizado gratuitamente pela internet para alcan\u00e7ar deficientes visuais, atendendo ao inciso \"III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espet\u00e1culos, das exposi\u00e7\u00f5es, das atividades de ensino e de outros eventos de car\u00e1ter presencial, sem preju\u00edzo do disposto no \u00a7 2\u00ba do art. 22.\" Outra medida de democratiza\u00e7\u00e3o corresponde ao inciso IV do referido artigo e vai permitir a capta\u00e7\u00e3o de imagens do evento de lan\u00e7amento, de forma que poder\u00e1 ser veiculado por redes p\u00fablicas de televis\u00e3o e outras m\u00eddias. O evento de lan\u00e7amento contar\u00e1 com show de m\u00fasica ao vivo, cuja entrada ter\u00e1 pre\u00e7o popular de R$20,00. Como contrapartida social, e em atendimento ao inciso VI - oferecer bolsas de estudo ou est\u00e1gio a estudantes da rede p\u00fablica ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gest\u00e3o cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural, prevemos a contrata\u00e7\u00e3o de um estagi\u00e1rio para a fun\u00e7\u00e3o de assistente de produ\u00e7\u00e3o, que ir\u00e1 receber bolsa de estudo e trabalhar junto \u00e0 proponente. Para complementar propomos a inclus\u00e3o de a\u00e7\u00f5es formativas culturais: a realiza\u00e7\u00e3o de um workshop gratuito sobre Choro com o autor do livro, separado em 3 aulas de cerca de 1h de dura\u00e7\u00e3o cada. As classes ser\u00e3o abertas para a comunidade e ter\u00e3o como foco os estudantes e em professores de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de ensino tal qual a UFRJ, onde Henrique leciona na Faculdade de M\u00fasica. Esperamos cerca de 45-50 pessoas presencialmente por dia, totalizando pelo menos 140 espectadores, e tamb\u00e9m vamos disponibilizar seu conte\u00fado gravado pela internet de forma gratuita.","resumo":"Projeto para produ\u00e7\u00e3o do livro \"O Choro reinventa a roda - 150 anos de uma utopia musical\" que vai apresentar uma etnografia da roda de choro, com \u00eanfase nas transforma\u00e7\u00f5es ocorridas desde a chegada de uma nova gera\u00e7\u00e3o de participantes aos encontros em fins da d\u00e9cada de 1970 at\u00e9 os dias atuais. Texto ser\u00e1 desenvolvido pelo pesquisador e m\u00fasico Henrique Cazes, com coordena\u00e7\u00e3o de pesquisa de Jo\u00e3o Carino, e a publica\u00e7\u00e3o trar\u00e1 imagens da fot\u00f3grafa Mar\u00edlia Figueiredo.","sinopse":"SINOPSE O livro \"O Choro reinventa a roda - 150 anos de uma utopia musical\" apresenta uma etnografia da roda de choro, encontro informal de m\u00fasicos para a pr\u00e1tica do Choro, vista de dentro para fora e com \u00eanfase nas transforma\u00e7\u00f5es ocorridas desde a chegada de uma nova gera\u00e7\u00e3o de participantes nesses encontros, em fins da d\u00e9cada de 1970 at\u00e9 os dias atuais. Autoria de Henrique Cazes. 150 p\u00e1ginas.","tipicidade":"Singulares, at\u00e9 R $ 1.000.000,00 (Art. 4\u00ba, al\u00ednea d)","tipologia":"Projetos normais","enquadradmento":"Artigo 18","mecanisnmo":"Mecenato","UF":"RJ","municipio":"Niter\u00f3i","segmento":"Livros ou obras de refer\u00eancia - valor Human\u00edstico","data_inicio":"2019-10-15","data_termino":"2022-12-31","outras_fontes":".0000","proponente":"INSTITUTO MEMORIA MUSICAL BRASILEIRA","ano_projeto":"19","local_realizacao":[{"municipio_ibge":"330330","municipio":"Niter\u00f3i","uf":"Rio de Janeiro","sigla_uf":"RJ","pais":"Brasil"}],"valor_solicitado":151900.6504,"valor_aprovado":151900.6504,"valor_projeto":151900.6504,"valor_captado":0,"valor_proposta":151900.6504,"_links":{"self":"http:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/projetos","fornecedores":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/fornecedores?PRONAC=192783","incentivadores":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/incentivadores?incentivador_id=192783","proponente":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/proponentes\/36ef00fd97d31a1909e2fa4dd42e5ac36e9eea6a26b673f2425ddff2e63c"}}]},"_links":{"self":"http:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/projetos","first":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/projetos?PRONAC=192783&limit=100&offset=0","last":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/projetos?PRONAC=192783&limit=100&offset=0"},"count":1,"total":1}