{"_embedded":{"projetos":[{"PRONAC":"234968","nome":"Museu da Cultura Hip Hop do RS - Plano Bienal de atividades","providencia":"Projeto encaminhado para avalia\u00e7\u00e3o de resultados.","cgccpf":"26278665000155","situacao":"Apresentou presta\u00e7\u00e3o de contas","acessibilidade":"PRODUTO: PLANO ANUAL ACESSIBILIDADE ARQUITET\u00d4NICA: O Museu possuir\u00e1 acessibilidade para defici\u00eantes f\u00edsicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acess\u00edvel; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um int\u00e9rprete de libras, para garantir a acessibilidade de todo o complexo e atividades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, S\u00cdNDROMES OU DOEN\u00c7AS QUE GEREM LIMITA\u00c7\u00d5ES AOS CONTE\u00daDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTE\u00daDOS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo. PRODUTO: EXPOSI\u00c7\u00c3O DE ARTES ACESSIBILIDADE ARQUITET\u00d4NICA: O Museu e suas exposi\u00e7\u00f5es garantir\u00e3o a acessibilidade para defici\u00eantes f\u00edsicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acess\u00edvel; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o de audiodescri\u00e7\u00e3o para exposi\u00e7\u00f5es. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um int\u00e9rprete de libras, para garantir a acessibilidade de todo o complexo e atividades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, S\u00cdNDROMES OU DOEN\u00c7AS QUE GEREM LIMITA\u00c7\u00d5ES AOS CONTE\u00daDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTE\u00daDOS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo. PRODUTO: ACERVO BIBLIOGR\u00c1FICO ACESSIBILIDADE ARQUITET\u00d4NICA: O Museu possuir\u00e1 acessibilidade para defici\u00eantes f\u00edsicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acess\u00edvel; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um int\u00e9rprete de libras, para garantir a acessibilidade de todo o complexo e atividades. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, S\u00cdNDROMES OU DOEN\u00c7AS QUE GEREM LIMITA\u00c7\u00d5ES AOS CONTE\u00daDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTE\u00daDOS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo. PRODUTO: OFICINAS ACESSIBILIDADE ARQUITET\u00d4NICA: O Museu possuir\u00e1 acessibilidade para defici\u00eantes f\u00edsicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acess\u00edvel; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo e atividades de oficina. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um int\u00e9rprete de libras, para garantir a acessibilidade de todo o complexo, incluindo as atividades formativas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, S\u00cdNDROMES OU DOEN\u00c7AS QUE GEREM LIMITA\u00c7\u00d5ES AOS CONTE\u00daDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTE\u00daDOS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo, incluindo as atividades formativas. PRODUTO: APRESENTA\u00c7\u00c3O MUSICAL ACESSIBILIDADE ARQUITET\u00d4NICA: O Museu possuir\u00e1 acessibilidade para defici\u00eantes f\u00edsicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acess\u00edvel; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo e suas atividades culturais ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um int\u00e9rprete de libras, para garantir a acessibilidade de todo o complexo, incluindo as atividades culturais ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, S\u00cdNDROMES OU DOEN\u00c7AS QUE GEREM LIMITA\u00c7\u00d5ES AOS CONTE\u00daDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTE\u00daDOS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo, incluindo as atividades culturais. PRODUTO: PESQUISA ACESSIBILIDADE ARQUITET\u00d4NICA: O Museu possuir\u00e1 acessibilidade para defici\u00eantes f\u00edsicos e de mobilidade reduzida, com rampas de acesso e banheiro acess\u00edvel; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o processo de pesquisa. A pesquisa ser\u00e1 publicada ao final do projeto em PDF e poder\u00e1 ser acessada tamb\u00e9m por deficientes visuais atrav\u00e9s de aplicativos e softwares de leitura utilizados por esse p\u00fablico. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um int\u00e9rprete de libras, para garantir a acessibilidade de todo o complexo. A pesquisa ser\u00e1 publicada ao final do projeto e poder\u00e1 ser acessada tamb\u00e9m por deficientes auditivos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, S\u00cdNDROMES OU DOEN\u00c7AS QUE GEREM LIMITA\u00c7\u00d5ES AOS CONTE\u00daDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTE\u00daDOS: O projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o mensal de um consultor de acessibilidade, para garantir a acessibilidade de todo o complexo e suas a\u00e7\u00f5es.","objetivos":"Objetivo Geral Garantir o desenvolvimento das atividades formativas e culturais do Museu Museu da Cultura Hip Hop do Estado do RS e a manuten\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio e recursos humanos necess\u00e1rios para a gest\u00e3o e atendimento do p\u00fablico no espa\u00e7o, garantindo suas a\u00e7\u00f5es de acessibilidade e democratiza\u00e7\u00e3o do acesso. Objetivos espec\u00edficos Garantir os recursos humanos necess\u00e1rios para o pleno funcionamento do Museu da Cultura Hip Hop RS, gerando 40 empregos diretos, incluindo profissionais de acessibilidade para garantir o atendimento de todos os p\u00fablicos; Atender anualmente mais de 10.000,00 pessoas anualmente com visitas gratuitas ao acervo e exposi\u00e7\u00f5es do Museu; Realizar pelo menos 50 visitas guiadas gratuitas, voltadas para escolas p\u00fablicas, universidades e institui\u00e7\u00f5es sociais ao longo de dezoito meses; Realizar 6 eventos culturais gratuitos e ao ar livre, com apresenta\u00e7\u00f5es dos elementos MC, DJ e Breaking, voltadas para a comunidade em geral, contemplando cerca de 1800 pessoas; Viabilizar duas exposi\u00e7\u00f5es sobre a cultura Hip Hop, que ser\u00e3o definidas pela curadoria, ficando em cartaz cada uma pelo per\u00edodo de 6 meses, abertas de segunda a sexta, das 10h \u00e0s 18h, com entrada franca, contemplando cerca de 5.000 pessoas em cada no primeiro ano de visita; Realizar 30 atividades formativas gratuitas ligadas aos cinco eixos do Hip Hop (grafite, MC, DJ, Breaking e conhecimento), ao longo de 18 meses, realizando uma oficina a cada dois meses de cada elemento, com carga hor\u00e1ria total de 24h cada, e contemplando at\u00e9 600 pessoas por ano com as atividades; Realizar uma pesquisa de avalia\u00e7\u00e3o de impacto e monitoramento das atividades realizadas pela institui\u00e7\u00e3o, a ser publicada ao final do projeto, avaliando os resultados pretendidos.","justificativa":"O Museu da Cultura Hip Hop do RS (MUCHRS) est\u00e1 localizado na Rua Parque dos Nativos, 5,45, na Vila Ipiranga em Porto Alegre, em um pr\u00e9dio cedido pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre da antiga EEEF Dr. Oswaldo Aranha (fechada em 2018 pelo Governo do Estado do RS) para a implanta\u00e7\u00e3o do Museu, que vem sendo realizada pela Associa\u00e7\u00e3o da Cultura Hip Hop de Esteio, com o objetivo de constituir um espa\u00e7o f\u00edsico digno para celebra\u00e7\u00e3o, preserva\u00e7\u00e3o e resgate hist\u00f3rico do Hip Hop desenvolvido no estado do RS, tal como est\u00e1 sendo constru\u00eddo no Bronx em Nova York o Universal Hip Hop Museum (UHHM), que ser\u00e1 inaugurado em agosto de 2024. O projeto parte de um contexto j\u00e1 existente, uma vez que a A.C.H.E., \u00e9 a idealizadora e gestora da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, em um projeto pioneiro que \u00e9, atualmente, o maior centro independente e sustent\u00e1vel da Cultura do Hip Hop na Am\u00e9rica Latina. A associa\u00e7\u00e3o executou o projeto de reforma e adapta\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o em Esteio, para atividades com aplica\u00e7\u00e3o de tecnologias sociais inovadoras de impacto em local de vulnerabilidade e risco pessoal e social, atendendo e sensibilizando, anualmente, mais de 4000 jovens das periferias da cidade de Esteio e de todo Estado. A preocupa\u00e7\u00e3o com o equil\u00edbrio territorial do desenvolvimento \u00e9 um desafio que devemos nos impor cotidianamente no processo de planejamento e implementa\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas e, n\u00e3o por acaso, foi eleita como um objetivo estrat\u00e9gico constituinte do projeto Museu do Hip Hop. Para tanto, \u00e9 necess\u00e1rio que se empreendam v\u00e1rios esfor\u00e7os, que v\u00e3o desde o ordenamento das regi\u00f5es que concentram grandes contingentes populacionais atuantes e consumidores da cultura Hip Hop, at\u00e9 o est\u00edmulo ao desenvolvimento das potencialidades regionais, passando pela promo\u00e7\u00e3o da desconcentra\u00e7\u00e3o do desenvolvimento econ\u00f4mico, pela melhoria da infraestrutura das cidades, pela qualifica\u00e7\u00e3o da rede log\u00edstica, dentre outros. Para que esses esfor\u00e7os em prol da constru\u00e7\u00e3o do primeiro Museu do Hip Hop da Am\u00e9rica do Sul se viabilizem com maior qualidade, primeiramente temos que conhecer cada vez mais nossas regi\u00f5es, suas hist\u00f3rias, sua realidade e suas potencialidades, o que vem sendo feito por in\u00fameros atores e atrizes da cultura Hip Hop, acad\u00eamicos e de diferentes institui\u00e7\u00f5es regionais, com foco principal nas periferias. Visamos sintetizar diagn\u00f3stico, de estrat\u00e9gias e de proposi\u00e7\u00f5es apresentados pelos estudos realizados acerca da cultura Hip Hop nas \u00faltimas d\u00e9cadas, tanto pelos munic\u00edpios, quanto pelas regi\u00f5es. N\u00e3o se constituem, assim, em uma vis\u00e3o acabada sobre a realidade regional, mas sim em um ponto de partida, uma provoca\u00e7\u00e3o, que vem sido levada para a constru\u00e7\u00e3o coletiva desse espa\u00e7o de extrema import\u00e2ncia em nosso estado. Essa constru\u00e7\u00e3o iniciou ainda em 2021, atrav\u00e9s do projeto Pesquisa Hist\u00f3rica do Museu do Hip Hop RS, financiado via Pr\u00f3-Cultura RS, que realizou f\u00f3runs nas nove regi\u00f5es funcionais do estado do RS, mobilizando uma equipe de 30 pesquisadores e articuladores da Cultura Hip Hop, e envolvendo diretamente mais de 200 agentes culturais na realiza\u00e7\u00e3o de debates e no resgate hist\u00f3rico do que vem sendo produzido em nosso estado, abrangendo as diferentes linguagens do Hip Hop, buscando levantar dados e itens de acervo que constituir\u00e3o o objeto principal do Museu da Cultura Hip Hop do RS: a preserva\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da cultura e o fortalecimento da cena local. A partir desse projeto, foi realizado o projeto MUCHRS NA ESTRADA, com apoio do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho, que viajou para as nove regi\u00f5es funcionais do estado do RS recolhendo mais de 3.000 itens de acervo para compor as exposi\u00e7\u00f5es permanente e tempor\u00e1rias do Museu do Hip Hop RS. Paralelamente as primeiras a\u00e7\u00f5es de constru\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica e hist\u00f3rica do MUCHRS, em 2022 foram financiadas com recursos do Pr\u00f3-Cultura RS, a primeira etapa do projeto de ocupa\u00e7\u00e3o f\u00edsica do espa\u00e7o, contemplando reformas emergenciais (hidr\u00e1ulica, el\u00e9trica, telhados), bem como a elabora\u00e7\u00e3o do Projeto Arquitet\u00f4nico de restauro e complementares, incluindo projeto estrutural, hidr\u00e1ulico, el\u00e9trico, design de interiores e PPCI. Focados na urg\u00eancia de ocupa\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o, o MUCHRS realizou em 2023 tr\u00eas eventos gratuitos na parte externa do complexo, contemplando mais de 40 coletivos e artistas dos cinco elementos do Hip Hop (grafite, mc, dj, breaking e conhecimento) que realizaram apresenta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas e a grafitagem externa do espa\u00e7o. A previs\u00e3o de abertura do Museu para o p\u00fablico \u00e9 em dezembro de 2023, atrav\u00e9s da inaugura\u00e7\u00e3o de sua exposi\u00e7\u00e3o permanente, realiza\u00e7\u00e3o de atividades formativas e visitas guiadas, at\u00e9 a metade de 2024, quando iniciaremos a execu\u00e7\u00e3o dessa nova proposta de plano anual. A partir dessa proposi\u00e7\u00e3o de Plano Anual, ser\u00e1 poss\u00edvel mantermos toda a equipe de recursos humanos necess\u00e1ria para viabilizar o atendimento e os projetos executados no espa\u00e7o, garantir a continuidade de digitaliza\u00e7\u00e3o do acervo recolhido, viabilizar a realiza\u00e7\u00e3o de duas novas exposi\u00e7\u00f5es, realizar atividades formativas gratuitas continuadas ligadas aos cinco elementos da cultura HIP HOP, garantindo o acesso democr\u00e1tico \u00e0 hist\u00f3ria e a cultura produzida nas \u00faltimas d\u00e9cadas em nosso estado, realizar eventos de promo\u00e7\u00e3o a cultura Hip hop, e por fim, uma pesquisa de avalia\u00e7\u00e3o de impacto gerado pelo projeto.. N\u00e3o existe um espa\u00e7o digno dedicado exclusivamente \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o e celebra\u00e7\u00e3o dessa cultura, e o Museu da Cultura Hip Hop RS nasceu com essa miss\u00e3o, visando garantir que as hist\u00f3rias possam ser contadas com precis\u00e3o pelas pessoas que as criam. O Hip Hop \u00e9 um movimento de cultura juvenil que surgiu nos Estados Unidos, nos \u00faltimos anos da d\u00e9cada de 1960, unindo pr\u00e1ticas culturais dos jovens negros e latino-americanos nos guetos e ruas dos grandes centros urbanos. O movimento \u00e9 constitu\u00eddo pela linguagem art\u00edstica da m\u00fasica (RAP _ Ritmo e Poesia, pelos Rappers e DJ \u00b4s), da dan\u00e7a (o Break) e das artes visuais (o Graffiti). O Museu da Cultura Hip Hop RS visa oferecer aos visitantes uma \"explos\u00e3o do passado\", com uma experi\u00eancia submersa no rap e hip-hop dos anos 70 e in\u00edcio dos anos 80, onde come\u00e7aram batalhas de rap, breaking e festas de bloco de DJ no Estado do Rio Grande do Sul, tendo como ponto de partida a Esquina Democr\u00e1tica, localizada no cruzamento da Avenida Borges de Medeiros com a Rua dos Andradas, no cora\u00e7\u00e3o da cidade de Porto Alegre. Atualmente, o Hip Hop tem sido trabalhado em diversos projetos sociais e educativos por todo pa\u00eds, enfocando seus mais variados aspectos dentro das Casas da Cultura Hip Hop, que hoje somam 30 em todo pa\u00eds, sendo a de Esteio, gestionada pela Associa\u00e7\u00e3o da Cultura Hip Hop de Esteio, \u00e0 primeira do Estado e a mais sustent\u00e1vel da Am\u00e9rica Latina. Esses novos espa\u00e7os criados pelos jovens que constituem o movimento Hip Hop brasileiro ajudam a construir uma, outra vis\u00e3o sobre a vida dos adolescentes, jovens e adultos, permitindo que eles se vejam como protagonistas de a\u00e7\u00f5es propositivas que contribuam para solu\u00e7\u00f5es dos problemas de nossa sociedade ou para transforma\u00e7\u00e3o da ordem social. O Museu da Cultura Hip Hop do RS, ser\u00e1 inaugurado na Rua Parque dos Nativos 515, na Vila Ipiranga em Porto Alegre, uma das regi\u00f5es mais desassistidas da Capital no que tange pol\u00edticas p\u00fablicas e mecanismos de cultura, mas que por outro lado, \u00e9 hist\u00f3rica e privilegiada, composta por uma \u00e1rea social e comercial vibrante, detentora de um grande potencial cultural e econ\u00f4mico. O projeto prima pela excel\u00eancia em sua execu\u00e7\u00e3o, elevando o n\u00edvel de qualidade da produ\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias sensoriais, tecnol\u00f3gicas e pedag\u00f3gicas da cultura Hip Hop, o que fomenta o aumento exponencial da profissionaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica, social e cultural ligada a este g\u00eanero. O que por sua vez, agrega valor e destaca o produto cultural proveniente da periferia do estado do Rio Grande do Sul perante outras regi\u00f5es do Brasil, Am\u00e9rica Latina e do Norte, Europa e do continente Africano, que atuam fortemente na cultura Hip Hop. O projeto Museu da Cultura Hip Hop RS estabelece conex\u00f5es com outros estados brasileiros e pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e do Norte, Europa e \u00c1frica, a exemplo do Universal Museum Hip Hop do Bronx em Nova York (EUA), possibilitando promover e fomentar a cultura Hip Hop do estado do Rio Grande do Sul para al\u00e9m de suas fronteiras, trazendo benef\u00edcios como o interc\u00e2mbio cultural com outros grupos e coletivos, a fim, de colocar os artistas da regi\u00e3o sul do pa\u00eds e suas produ\u00e7\u00f5es em evid\u00eancia nacional e internacional, conquistando de fato for\u00e7a na disputa de mercado e reconhecimento atrav\u00e9s da arte. Al\u00e9m disso, este projeto visa \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda para profissionais das diversas manifesta\u00e7\u00f5es culturais do movimento Hip Hop, proporcionando assim parte do ciclo sustent\u00e1vel de sua arte. Por vivenciarmos esta realidade, visamos potencializar o trabalho de proje\u00e7\u00e3o profissional dos produtos culturais e intelectuais provenientes da juventude do estado do Rio Grande do Sul para o mundo. O projeto Museu da Cultura Hip Hop do RS far\u00e1 com que as comunidades do Hip Hop nacional e internacional se conhe\u00e7am melhor, uma vez que convivem em um mesmo local ou uma mesma cidade e regi\u00e3o, mas n\u00e3o necessariamente interagem entre si, gerando oportunidade de estreitar as rela\u00e7\u00f5es sociais cotidianamente e estabelecer uma conviv\u00eancia harm\u00f4nica em um ambiente digno. A realiza\u00e7\u00e3o do projeto celebra e preserva a hist\u00f3ria da m\u00fasica e cultura hip-hop locais e globais para inspirar, capacitar e promover a compreens\u00e3o do mundo que vivemos e queremos, apresenta ainda como proposta uma integra\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria entre os atores sociais que favore\u00e7am uma mudan\u00e7a no meio em que vivem, uma vez que, existe uma lacuna que dever\u00e1 ser preenchida com tal proposta. Em sua abertura, o projeto pretende promover a visita\u00e7\u00e3o e inclus\u00e3o social de mais de 5.000 jovens das redes municipais e estaduais anualmente, visando instigar a exercerem uma nova profiss\u00e3o na \u00f3tica da Cultura Hip Hop, por meio de novas experi\u00eancias adquiridas e tamb\u00e9m pela nova perspectiva de vida que a exposi\u00e7\u00e3o dar\u00e1, buscando trazer maior dignidade e a pr\u00e1tica do exerc\u00edcio da cidadania na vida destes jovens. Ainda, o espa\u00e7o expositivo a ser criado ter\u00e1 seu acesso gratuito, democratizando o acesso \u00e0 hist\u00f3ria da cultura hip hop no estado do RS, al\u00e9m de promover a\u00e7\u00f5es educativas e culturais fomentando a cultura e ampliando o acesso ao conhecimento. Ainda, o projeto contempla todos os incisos do Art. 1\u00ba da Lei 8313\/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso \u00e0s fontes da cultura e o pleno exerc\u00edcio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o cultural e art\u00edstica brasileira, com valoriza\u00e7\u00e3o de recursos humanos e conte\u00fados locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifesta\u00e7\u00f5es culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as express\u00f5es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e respons\u00e1veis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobreviv\u00eancia e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrim\u00f4nio cultural e hist\u00f3rico brasileiro; VII - desenvolver a consci\u00eancia internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou na\u00e7\u00f5es; VIII - estimular a produ\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e mem\u00f3ria; IX - priorizar o produto cultural origin\u00e1rio do Pa\u00eds. E contempla os seguintes objetivos do Art. 3\u00b0 da da Lei 8313\/91: I - incentivo \u00e0 forma\u00e7\u00e3o art\u00edstica e cultural, mediante: c) instala\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de cursos de car\u00e1ter cultural ou art\u00edstico, destinados \u00e0 forma\u00e7\u00e3o, especializa\u00e7\u00e3o e aperfei\u00e7oamento de pessoal da \u00e1rea da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento \u00e0 produ\u00e7\u00e3o cultural e art\u00edstica, mediante: e) realiza\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00f5es, festivais de arte e espet\u00e1culos de artes c\u00eanicas ou cong\u00eaneres; III - preserva\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o do patrim\u00f4nio art\u00edstico, cultural e hist\u00f3rico, mediante: a) constru\u00e7\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o, organiza\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o, amplia\u00e7\u00e3o e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organiza\u00e7\u00f5es culturais, bem como de suas cole\u00e7\u00f5es e acervos; IV - est\u00edmulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: c) fornecimento de recursos para o FNC e para funda\u00e7\u00f5es culturais com fins espec\u00edficos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de car\u00e1ter cultural;","etapa":"Pr\u00e9 Produ\u00e7\u00e3o Dura\u00e7\u00e3o: 60 dias Nos primeiros dois meses do projeto ser\u00e1 feito o planejamento das atividades que ser\u00e3o realizadas ao longo do ano pela equipe gestora e coordena\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica. Ser\u00e1 aberto um chamamento para interessados em realizar as atividades formativas previstas pelo projeto, contemplando os cinco elementos da Cultura Hip Hop: DJ, MC, Grafitte, Breaking e Conhecimento e tamb\u00e9m para contrata\u00e7\u00e3o de artistas interessados em participar dos eventos culturais. Ser\u00e1 contratada toda a equipe essencial para o funcionamento e planejamento das a\u00e7\u00f5es do Museu: Coordena\u00e7\u00e3o geral, coordena\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o, coordena\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica, muse\u00f3grafo, bibliotec\u00e1ria e coordenador de produ\u00e7\u00e3o. O Muse\u00f3grafo ser\u00e1 o respons\u00e1vel, junto com os 10 curadores convidados, para a cria\u00e7\u00e3o do projeto museogr\u00e1fico das duas exposi\u00e7\u00f5es previstas pelo projeto, que ser\u00e3o constru\u00eddas a partir do acervo de mais de 3.000 itens j\u00e1 coletados pelo Museu. A partir do projeto, ser\u00e1 contratada a marcenaria e cenografia para constru\u00e7\u00e3o de cada uma das exposi\u00e7\u00f5es. Ser\u00e1 criada a identidade visual de cada uma das a\u00e7\u00f5es do plano anual e se iniciar\u00e1 o contato com universidades e escolas p\u00fablicas para agendamento das visitas guiadas (contrapartida do projeto). Execu\u00e7\u00e3o Dura\u00e7\u00e3o: 480 dias As atividades do plano anual ser\u00e3o realizadas de julho de 2024 (quando finda o atual plano anual em execu\u00e7\u00e3o) at\u00e9 dezembro de 2025. Oficinas: As oficinas ter\u00e3o carga hor\u00e1ria de 24h cada e ser\u00e1 ofertada uma oficina de cada elemento a cada dois meses, com 20 vagas cada. No total, ser\u00e3o realizadas 6 oficinas de cada elemento, totalizando 30 oficinas ao fim do projeto e contemplando 600 jovens. Oficinas de MC, DJ, Breaking, Graffiti e Conhecimento Turma 1 - agosto e setembro de 2024Turma 2 - outubro e novembro de 2024Turma 3 - mar\u00e7o e abril de 2025Turma 4 - maio e junho de 2025Turma 5 - agosto e setembro de 2025Turma 6 - outubro e novembro de 2025 Exposi\u00e7\u00f5es: Ser\u00e3o abertas duas novas exposi\u00e7\u00f5es ao p\u00fablico, com dura\u00e7\u00e3o m\u00ednima de 6 meses cada uma, com previs\u00e3o de agendamento de ao menos 50 escolas ao longo desses 18 meses. Al\u00e9m dos mediadores, a equipe do museu contar\u00e1 com um int\u00e9rprete de libras e um consultor de acessibilidade dispon\u00edveis em todo o hor\u00e1rio de funcionamento para contemplar o p\u00fablico com algum tipo de defici\u00eancia. Acervo Bibliogr\u00e1fico: O Museu contar\u00e1 com uma biblioteca especializada em livros ligados \u00e0 cultura e a hist\u00f3ria do Movimento Hip Hop, al\u00e9m de t\u00edtulos ligados \u00e0 literatura e cultura em geral. Ser\u00e1 contratado um servi\u00e7o de digitaliza\u00e7\u00e3o para alguns itens coletados no acervo, como mat\u00e9rias de revistas e jornais, folders, cartazes e demais materiais em papel, que ser\u00e3o digitalizados para acesso do acervo na biblioteca. Ser\u00e1 contratado um bibliotec\u00e1rio e estagi\u00e1rio para atendimento do espa\u00e7o. Eventos musicais: A cada tr\u00eas meses, ser\u00e1 realizado um evento gratuito com apresenta\u00e7\u00f5es dos elementos MC, DJ e Breaking, abertos ao p\u00fablico, fomentando e valorizando a cultura hip hop. Pesquisa de avalia\u00e7\u00e3o: Ser\u00e1 contratada consultoria especializada para acompanhamento de todas as a\u00e7\u00f5es do projeto, avaliando seu resultados e impactos, atrav\u00e9s da realiza\u00e7\u00e3o de pesquisas qualitativas, quantitativas e grupos focais, gerando indicadores e relat\u00f3rios de impacto ao final do projeto. Divulga\u00e7\u00e3o A divulga\u00e7\u00e3o das atividades acontecer\u00e1 ao longo de todo ano. Nos primeiros meses ser\u00e1 criada a identidade visual do projeto. A divulga\u00e7\u00e3o ser\u00e1 prioritariamente online, atrav\u00e9s do site do espa\u00e7o, redes sociais, newsletter e assessoria de imprensa. Por\u00e9m, para divulga\u00e7\u00e3o das exposi\u00e7\u00f5es, oficinas e eventos, ser\u00e3o impressos cartazes e flyers para divulga\u00e7\u00e3o na vizinhan\u00e7a, nas escolas e em espa\u00e7os culturais da cidade. Todas as a\u00e7\u00f5es ter\u00e3o registro fotogr\u00e1fico e videogr\u00e1fico, gerando material para divulga\u00e7\u00e3o permanente do espa\u00e7o. Plano de divulga\u00e7\u00e3o Assessoria de imprensa mensalGest\u00e3o de redes sociais mensal com impulsionamentoProdu\u00e7\u00e3o videogr\u00e1fica mensal para redes sociaisImpress\u00e3o de cartaz agenda mensalImpress\u00e3o de postais das exposi\u00e7\u00f5esImpress\u00e3o de cartazes e flyers dos eventos art\u00edsticosNewsletter mensalDivulga\u00e7\u00e3o em grupos e linhas de transmiss\u00e3o de whatsapp, com p\u00fablico focadoImpress\u00e3o de banner de sinaliza\u00e7\u00e3oProje\u00e7\u00e3o de marcas em tel\u00e3o de LED nos eventos art\u00edsticos P\u00f3s Produ\u00e7\u00e3o Dura\u00e7\u00e3o:60 dias Nesse m\u00eas, ser\u00e1 executada a clipagem e valora\u00e7\u00e3o de m\u00eddia, avalia\u00e7\u00e3o de impacto do projeto e publica\u00e7\u00e3o da pesquisa de monitoramento e avalia\u00e7\u00e3o e a finaliza\u00e7\u00e3o dos pagamentos para posterior presta\u00e7\u00e3o de contas f\u00edsico-financeiro.","ficha_tecnica":"A ASSOCIA\u00c7\u00c3O DA CULTURA HIP HOP DE ESTEIO - proponente, gestora administrativa e financeira do projeto A Associa\u00e7\u00e3o da Cultura Hip Hop de Esteio (ACHE), criada em 2012, \u00e9 gestora da maior Casa da Cultura Hip Hop independente e sustent\u00e1vel da Am\u00e9rica Latina na cidade de Esteio-RS. Atende e sensibiliza 4.000 jovens de 15 \u00e0 24 anos anualmente, atrav\u00e9s das Oficinas 5 Elementos do Hip Hop, Programa Consumo Consciente, Est\u00fadio Musical, Shows e mais de 3.000 fam\u00edlias anualmente por meio do Programa Hip Hop Alimenta\u00e7\u00e3o, metodologia pr\u00f3pria de sucesso na emancipa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica e econ\u00f4mica das chefes de fam\u00edlia atendidas. A atua\u00e7\u00e3o da ACHE se d\u00e1 ainda no desenvolvimento social e cultural com protagonismo estadual e nacional, como gestora do primeiro Museu da Cultura Hip Hop do continente Sul Americano na cidade de Porto Alegre-RS, a ser inaugurado em 2022, com perspectiva de 15 mil visita\u00e7\u00f5es ano no complexo cultural; e da Universidade Popular dos Movimentos Sociais Vozes da Periferia em toda regi\u00e3o sul do Brasil em alian\u00e7a com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra em Portugal, por meio do maior soci\u00f3logo de l\u00edngua portuguesa vivo atualmente, Boaventura de Sousa Santos. Comp\u00f5e a Corpora\u00e7\u00e3o Brasileira das Casas de Hip Hop, tendo vasta experi\u00eancia na \u00e1rea cultural, educacional, a\u00e7\u00f5es de garantia dos direitos das juventudes e, articulada com os(as) artistas MV Bill, Tha\u00edde, Eliane Dias. A ACHE \u00e9 parceira da Secretaria de Justi\u00e7a, Sistemas Penal e Socioeducativo do Estado do Rio Grande do Sul, gestora dos seis Centros da Juventude do Programa de Oportunidades e Direitos financiados pelo BID, desde implanta\u00e7\u00e3o desta importante pol\u00edtica p\u00fablica at\u00e9 a constru\u00e7\u00e3o do plano de sustentabilidade p\u00f3s contrato com o Banco, experi\u00eancia que subsidiou a constru\u00e7\u00e3o dos Centros de Refer\u00eancia da Juventude no Estado do Esp\u00edrito Santo. Conta tamb\u00e9m no hall de parcerias com o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho, a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, al\u00e9m de ag\u00eancias das Na\u00e7\u00f5es Unidas, como a Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho, Unesco e HeForShe da ONU Mulheres. GEOVANI NEVES - Presidente da associa\u00e7\u00e3o, respons\u00e1vel pela coordena\u00e7\u00e3o administrativa e financeira Geovane Neves \u00e9 gerente de projetos e atua na produ\u00e7\u00e3o executiva e gest\u00e3o de projetos culturais. Gosta de desafios. Isso faz com que esteja aberto a convites, a novas oportunidades e a trabalhar em diferentes lugares. Atualmente reside no em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, \u00e9 co-fundador e est\u00e1 como coordenador geral e administrativo na Associa\u00e7\u00e3o da Cultura Hip Hop da cidade de Esteio\/RS, entidade que gestiona a Casa da Cultura Hip Hop de Esteio e o Museu da Cultura Hip Hop do Rio Grande do Sul. Principais projetos: - Produ\u00e7\u00e3o Executiva Evento \u201cSemana da Cultura Hip Hop de Esteio \u201d \u2013 Esteio\/RS \u2013 Edi\u00e7\u00f5es 2011, 2012, 2013, 2014, 2016, 2017 e 2019; - Coordena\u00e7\u00e3o Geral e Administrativa Projeto \"Oficinas 5 Elementos Hip Hop\" - Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, Esteio\/RS - 2018 (Financiado por Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho do Rio Grande do Sul) - Coordena\u00e7\u00e3o Geral e Administrativa Projeto \"Oficinas 5 Elementos Hip Hop\" - Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, Esteio\/RS - 2019 (Financiado por Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Trabalho - OIT\/ONU) - Coordena\u00e7\u00e3o Geral e Administrativa Projeto \"Oficinas 5 Elementos Hip Hop - Online 2020\/2\" - Brasil - 2020 (Executado junto ao Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Campus Sapucaia do Sul) - Coordena\u00e7\u00e3o Geral e Administrativa Projeto \"A Rua T\u00e1 em Casa\" Online - Brasil - 2020 (Financiado por Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz - FioCruz) - Coordena\u00e7\u00e3o Geral e Administrativa Projeto \"Oficinas 5 Elementos Hip Hop - Online 2022\" - Brasil - 2022 (Executado junto ao Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Campus Sapucaia do Sul) - Coordena\u00e7\u00e3o Geral e Administrativa Curso Universidade Popular dos Movimentos Sociais - \u201cPedagogias do Sul Global: Aportes para o Di\u00e1logo entre movimentos sociais e saberes insurgentes\u201d RAFAEL DIOGO DOS SANTOS (Rafa Rafuagi) - Coordena\u00e7\u00e3o Geral Rafael Diogo dos Santos, vulgo Rafa Rafuagi, jovem negro de 33 anos de idade, nascido no dia 13 de setembro de 1988 em Porto Alegre\/RS. Morador de Esteio\/RS, completa em 2021 dezenove anos de atua\u00e7\u00e3o art\u00edstica e social em \u00e2mbito nacional e internacional. \u00c9 MC (mestre de cerim\u00f4nias) do grupo de rap Rafuagi, premiado nome da Cultura Hip Hop do Brasil, reconhecido internacionalmente em pa\u00edses do continente americano e europeu, atrav\u00e9s dos Festivais Hip Hop Al Parque na Col\u00f4mbia e Paris Hip Hop na Fran\u00e7a, onde \u00e9 parceiro desde 2014, atualmente uma das principais refer\u00eancias da Cultura Hip Hop nacional em atividade, registrando mais de 1.000 shows em 300 cidades. Com 26 pr\u00eamios na carreira, destacam-se o Pr\u00eamio Hut\u00faz 2006\/2009, da Cufa; Pr\u00eamio Estadual de Direitos Humanos 2013 na categoria Garantia dos Direitos da Juventude, promovido pela Secretaria da Justi\u00e7a e dos Direitos Humanos do Estado do Rio Grande do Sul\/Brasil; Medalha Zumbi dos Palmares 2017, promovido pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul e Pr\u00eamio Destaque Bom Exemplo na Educa\u00e7\u00e3o 2021 do Grupo Sinos. Membro do Comit\u00ea Ga\u00facho Impulsor do HeForShe (Eles Por Elas) da ONU Mulheres, atuou como Consultor de Articula\u00e7\u00e3o Social e Mobiliza\u00e7\u00e3o Comunit\u00e1ria do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Programa de Oportunidades e Direitos (POD). \u00c9 fundador e atual coordenador de Autogest\u00e3o e Sustentabilidade da Associa\u00e7\u00e3o da Cultura Hip Hop de Esteio, gestora do projeto da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, equipamento que se configura como a maior casa independente da Am\u00e9rica Latina e primeira do Estado do Rio Grande do Sul, atendendo 4000 jovens anualmente. \u00c9 tamb\u00e9m fundador do projeto Museu da Cultura Hip Hop RS, o primeiro da Am\u00e9rica Latina, a ser inaugurado em Porto Alegre no dia 14 de maio de 2022. \u00c9 fundador e educador popular da Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS) Vozes da Periferia. Criador do projeto Partiu Aula nas escolas ga\u00fachas, ganhou selo de parceiro da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho e do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho do Rio Grande do Sul. Formado no curso de Epistemologias do Sul pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra\/Portugal em 2018, desde 2012 \u00e9 t\u00e9cnico em Publicidade e Propaganda pelo Col\u00e9gio Cristo Redentor em Canoas\/RS e, atualmente, \u00e9 acad\u00eamico de Direito na Funda\u00e7\u00e3o Escola Superior do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Rio Grande do Sul. \u00c9 idealizador do projeto de lei que institui a Semana Hip Hop em sete munic\u00edpios do estado do Rio Grande do Sul (Esteio, Canoas, Pelotas, Cidreira, S\u00e3o Leopoldo, Novo Hamburgo e Montenegro) como eventos oficiais no per\u00edodo de 2011, 2012 e 2013. Foi o delegado mais jovem e \u00fanico representante da Cultura Hip Hop na delega\u00e7\u00e3o ga\u00facha presente na III Confer\u00eancia Nacional de Cultura, realizada em 2013 na cidade de Bras\u00edlia\/DF. Tamb\u00e9m foi delegado ga\u00facho na Confer\u00eancia Nacional da Igualdade Racial realizada em 2017 na mesma cidade. Elaborou e desenvolveu de 2010 \u00e0 2013 os projetos Observat\u00f3rio Comunit\u00e1rio de Editais e Incubadora Social, na Casa da Juventude nos bairros Guajuviras e Mathias Velho, ambos no Territ\u00f3rio de Paz do Pronasci em Canoas\/RS, atendendo mais de 800 jovens da regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre. Tamb\u00e9m atuou como educador social de comunica\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria no projeto Guardi\u00f5es da \u00c1gua do Semae, da Prefeitura Municipal de S\u00e3o Leopoldo\/RS em 2021. \u00c9 militante do movimento negro nacional, por meio das a\u00e7\u00f5es do grupo Rafuagi e do grupo Unir Ra\u00e7as, do qual sua m\u00e3e, Maria Odete Diogo dos Santos, \u00e9 fundadora e est\u00e1 como presidenta. \u00c9 ministrante do Curso Antirracismo, como identificar e combater o racismo estrutural para professores da rede p\u00fablica de ensino, e um dos idealizadores do projeto Caravana Antirracista, levando verdade e consci\u00eacia nos Estados brasileiros. Entre parcerias musicais, destacam-se nomes como Emicida, Rashid, Daniel Drexler, MV Bill, RAPadura Xique Chico, Rappin Hood, Tha\u00edde, Lica Tito, Nitro Di, SNJ, Vitin Onze:20, a atriz Denise Fraga e o soci\u00f3logo Boaventura de Sousa Santos, entre muitos outros, j\u00e1 tendo dividido palco com Wu Tang Clan, Mos Def, Gavlynn, Afu-Ra, DJ Premier, Caetano Veloso, Jorge Drexler, dentre outros. Autor do Livro Teoria Pr\u00e1tica, a hist\u00f3ria das juventudes na engenharia social com Pref\u00e1cio de Boaventura de Sousa Santos e Posf\u00e1cio de Emicida, lan\u00e7ado dia 10 de dezembro de 2021. RAFAEL MAUTONE - KALUNGA PRODU\u00c7\u00d5ES - Coordena\u00e7\u00e3o Pedag\u00f3gica Rafael Mautone, m\u00fasico e produtor cultural, a mais de 15 anos, j\u00e1 tendo realizado diversos shows e eventos por todo pa\u00eds com a Banda Kalunga. \u00c9 Professor de Hist\u00f3ria na rede municipal de Sapucaia do Sul\/RS. Atua tamb\u00e9m como Coordenador Pedag\u00f3gico e de Oficinas da Associa\u00e7\u00e3o da Cultura Hip Hop de Esteio, entidade gestora da maior Casa independente e sustent\u00e1vel da Cultura Hip Hop da Am\u00e9rica Latina, em Esteio, do qual desenvolve oficinas e capacita\u00e7\u00f5es profissionalizantes para jovens de toda regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre\/RS. Como produtor, organizador e artista venceu o Pr\u00eamio FUNARTE de Artes na Rua 2014 pela montagem da pe\u00e7a \"Sep\u00e9 Guarani KueryMbaraet\u00e9\", PROCULTURA\/RS 2012 para realiza\u00e7\u00e3o do festival de artes integradas \"Neunderground\" na cidade de Alvorada e o edital Est\u00fadio Geraldo Flach 2015 da Prefeitura de Porto Alegre para grava\u00e7\u00e3o do \u00e1lbum \"Na Trilha e no R\u00edtmo do Negro\" da banda Kalunga. Atua como formador na Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS) Vozes da Periferia, em Porto Alegre\/RS. Mestre em Educa\u00e7\u00e3o pela Unilassale, sua disserta\u00e7\u00e3o versa sobre a utiliza\u00e7\u00e3o das Educabilidades da Cultura Hip Hop no Ensino de Hist\u00f3ria no Ensino Fundamental. LI\u00c9GE BIASOTTO - CUCO PRODU\u00c7\u00d5ES - Coordena\u00e7\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o Li\u00e9ge Biasotto \u00e9 Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o cultural desde 2007. Em 2010 abriu a CUCO Produ\u00e7\u00f5es, empresa focada em produ\u00e7\u00e3o cultural, elabora\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de projetos culturais e consultoria. Com uma ampla experi\u00eancia na cena musical, responde pela dire\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o Festival Kino Beat, Festival Cuida Natura RS, Museu do Hip Hop do RS, Festival de M\u00fasica de Nova Prata, projeto social OUVIRAVIDA - Educa\u00e7\u00e3o Musical Popular e projetos da Associa\u00e7\u00e3o Cultural Vila Flores. Em 2019 foi a produtora respons\u00e1vel pelo 21 Congresso Brasileiro de Arquitetura que aconteceu em Porto Alegre. NITRO DI - ADVERSUS PRODUTORA - Curadoria Ap\u00f3s sua sa\u00edda do Da Guedes, em 2001, Nitro Di montou o est\u00fadio chamado de \u201cAdversus\u201d e deu in\u00edcio \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e assessoria aos grupos de Rap da Regi\u00e3o Sul. Montou tamb\u00e9m o primeiro portal de Cultura Hip Hop do Rio Grande do Sul, o www.adversus.com.br, projeto que re\u00fane diversos colaboradores e \u00e9 feito pelos pr\u00f3prios artistas que utilizam as ferramentas oferecidas e compartilham deste espa\u00e7o. Atualmente a Adversus Produtora mant\u00e9m ativa o est\u00fadio Adversus no Partenon em Porto Alegre e prepara um document\u00e1rio especial sobre a hist\u00f3ria do coletivo, al\u00e9m de estar conectada e somando a constru\u00e7\u00e3o do primeiro Museu da Cultura Hip Hop da Am\u00e9rica Latina em Porto Alegre, o Museu da Cultura Hip Hop RS. ELEONORA RAQUEL JORIS - NON\u00d4 JORIS ARTE PRODUTORA - Produtora Executiva das Exposi\u00e7\u00f5es Eleonora Joris \u00e9 jornalista\/produtora\/curadora\/gestora cultural independente, com experi\u00eancia em projetos de artes visuais - foi coordenadora de projetos da Funda\u00e7\u00e3o Vera Chaves Barcellos (2004 a 2010) nos primeiros 6 anos de exist\u00eancia da institui\u00e7\u00e3o -, produziu uma s\u00e9rie de exposi\u00e7\u00f5es no Santander Cultural Porto Alegre (Miguel Rio Branco, Jos\u00e9 Damasceno, Vik Muniz, Luiz Zerbini, Barr\u00e3o e Albano Afonso, Brennand, Karin Lambrecht, RS XXI, Fernando Pessoa - minha arte \u00e9 ser eu, RS Contempor\u00e2neo, entre outras) e no Instituto Ling (Carlos Vergara, Carlos Fajardo, Gisela Waetge). Em 2019, fez a implementa\u00e7\u00e3o do projeto Clube Iber\u00ea, na Funda\u00e7\u00e3o Iber\u00ea Camargo e fez parte do grupo curatorial que atuou no Centro Cultural LINHA - um centro de artes visuais independente voltado para resid\u00eancia de artistas. Entre 2019 e 2020 fez a produ\u00e7\u00e3o local acompanhamento de montagem e desmontagem em Porto Alegre e S\u00e3o Miguel da Miss\u00f5es (RS) para a exposi\u00e7\u00e3o 7 povos - Retratos de um Territ\u00f3rio, da produtora Casaplanta\/SP. 2021 iniciou com a produ\u00e7\u00e3o local da exposi\u00e7\u00e3o Revoada,de Fl\u00e1via Junqueira, no Farol Santander Porto Alegre, seguido pela coordena\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o do projeto MEME Incubadora Cultural e produ\u00e7\u00e3o de agenda de visita\u00e7\u00e3o de contrapartida social da exposi\u00e7\u00e3o Tarsila para crian\u00e7as no Farol Santander Porto Alegre. Sua forma\u00e7\u00e3o \u00e9 na \u00e1rea da Comunica\u00e7\u00e3o - Jornalismo na PUCRS (1988-1991), p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Gest\u00e3o de Projetos pela ESPM (2004\/2005) e P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o Lato Sensu em Pr\u00e1ticas Curatoriais no Instituto de Artes da UFRGS (2019\/2020). FULVIO BOTELHO DICKEL - MUSE\u00d3LOGO Tem por premissa a interdisciplinaridade, sendo aficionado por vivenciar toda a forma de cultura. Influenciado pelas mais diferentes escolas de arte, desde as mais cl\u00e1ssicas \u00e0s mais contempor\u00e2neas, vem experimentando, pesquisando e estudando estas \u00faltimas desde muito cedo. Participa desde o ano de 2001 de oficinas, cursos, mostras e eventos de arte urbana onde p\u00f4de aprender e conviver com os artistas ga\u00fachos mais representativos desta manifesta\u00e7\u00e3o art\u00edstica. No ano de 2009 passa a dedicar-se aos trabalhos manuais e esculturais obtendo seu registro como artes\u00e3o pela Casa do Artes\u00e3o Ga\u00facho. Em 2015 graduou-se em Museologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul onde apresentou como trabalho de conclus\u00e3o de curso uma monografia original evidenciando o mal entendimento e falta de compreens\u00e3o acerca das diferentes vertentes da arte urbana no Brasil obtendo nota m\u00e1xima. Vem atuando principalmente nos temas referentes \u00e0 Documenta\u00e7\u00e3o Museol\u00f3gica; Artes e Paisagens Urbanas; Organiza\u00e7\u00f5es Sociais; Mem\u00f3rias do Esporte. Durante sua forma\u00e7\u00e3o p\u00f4de atuar como mediador em diferentes exposi\u00e7\u00f5es e assinar duas curadorias conjuntas nas exposi\u00e7\u00f5es \"Brinquedo \u00e9 Coisa S\u00e9ria\", 2012 e \"Cem Anos de Inezil Penna Marinho\", 2015, al\u00e9m de uma curadoria individual com a exposi\u00e7\u00e3o \"Contrastes\", 2015, pelo Centro de Mem\u00f3ria do Esporte - ESEF ? UFRGS, um dos centros de maior refer\u00eancia no Brasil se tratando de mem\u00f3ria esportiva, onde atuou como estagi\u00e1rio, muse\u00f3logo e pesquisador nos anos de 2015 e 2016, podendo vivenciar e desenvolver pesquisas e projetos em \u00e2mbito nacional como \"Garimpando Mem\u00f3rias\", \"Ga\u00fachos Ol\u00edmpicos\" e \"Mem\u00f3rias do Programa Segundo Tempo\", projeto este desenvolvido em parceria com o Minist\u00e9rio dos Esportes. Ainda como integrante do CEME produziu pesquisa museol\u00f3gica e expogr\u00e1fica em diferentes tipologias de acervo, al\u00e9m de investigar as contribui\u00e7\u00f5es proporcionadas pelo livre acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o dentro da esfera museal. Sob os aportes da Hist\u00f3ria Oral atuou na transcri\u00e7\u00e3o de entrevistas em \u00e1udio as convertendo em fonte documental escrita. Paralelamente dedica-se ao estudo dos aspectos culturais das sociedades alternativas e movimentos Contracultura dos s\u00e9culos XX e XXI, bem como \u00e0s formas e fazeres art\u00edsticos n\u00e3o consagrados em seu tempo e espa\u00e7o. Desde de ent\u00e3o dedica-se de forma aut\u00f4noma ao empreendedorismo digital e formaliza\u00e7\u00e3o de um instituto de pesquisa museol\u00f3gica pelo qual elabora seus estudos, projetos e pesquisas em \u00e1reas como artes, esportes, permacultura e sustentabilidade. Recentemente fez parte do projeto \"Na estrada\" integrando a equipe de recolha do acervo para constitui\u00e7\u00e3o do primeiro museu de Hip Hop da Am\u00e9rica Latina ALAN BITELLO - Coordenador t\u00e9cnico Alan Bitello, brasileiro, natural de Sapucaia do Sul RS, MC, Beatmaker, produtor cultural,militante, ativista social e um dos fundadores da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio. Ocupou a coordena\u00e7\u00e3o finaceira da Associa\u00e7\u00e3o da Cultura Hip Hop de Esteio, entidade que gestiona a Casa da Cultura Hip hop de Esteio e tamb\u00e9m o Museu do Hip Hop do RS. Atualmente ocupa a coordena\u00e7\u00e3o de projetos, eventos e produ\u00e7\u00e3o cultural na entidade. Amante da m\u00fasica e imerso na Cultura Hip Hop desde o final dos anos noventa, MC desde o ano dois mil j\u00e1 produzia eventos, festivais e a\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias alusivas e diretamente lincadas a Cultura Hip Hop e seus artif\u00edcios. No ano de dois mil e onze come\u00e7ou trabalhar inteiramente com a produ\u00e7\u00e3o cultural, projetos e eventos realizando, articulando e produzindo celebra\u00e7\u00f5es com dimens\u00f5es significativas tanto com n\u00famero de p\u00fablico como relev\u00e2ncia,import\u00e2ncia e notoriedade de artistas. MARY NICE BRANCHI - BIBLIOTEC\u00c1RIA Mary Nice Branchi de Souza \u00e9 Bacharel em Biblioteconomia, Especialista em Tecnologias em Educa\u00e7\u00e3o e em Leitura e forma\u00e7\u00e3o de leitores. \u00c9 a atual diretora t\u00e9cnica na gest\u00e3o do Conselho Regional de Biblioteconomia da 10a Regi\u00e3o. Atua como bibliotec\u00e1ria h\u00e1 10 anos, com experi\u00eancia em bibliotecas escolares, especializadas, p\u00fablicas e comunit\u00e1rias. Promove a gest\u00e3o atrav\u00e9s do planejamento, organiza\u00e7\u00e3o e melhores pr\u00e1ticas. Possui dom\u00ednio dos softwares i10, Pergamum, Aleph, PHL, Sophia e Totvs. Conhecimento e experi\u00eancia em RDA, CCAA2 (AACR2) em MARC21. CDU. CDD. Normatiza\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o de documentos (ABNT). Arquivos documentais e iconogr\u00e1ficos. Organiza\u00e7\u00e3o e recep\u00e7\u00e3o da visita do MEC. Conhecimento avan\u00e7ado da legisla\u00e7\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o e Biblioteconomia vigentes. Palestrante dos temas \u201cFontes de Informa\u00e7\u00e3o para Pesquisa na Internet\u201d, \u201cProcesso de sele\u00e7\u00e3o de materiais no contexto da Biblioteca escolar\u201d, \u201cO mercado de trabalho no \u00e2mbito da Biblioteca Escolar\u201d (Aula inaugural do curso de Biblioteconomia UCS 2017\/1), \u201cA leitura na inf\u00e2ncia e os Objetivos de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel - Agenda 2030 da ONU.\u201d, \u201cProjetos para forma\u00e7\u00e3o de leitores: novos formatos para novos tempos\u201d, Cultura e literatura: tecendo mem\u00f3rias e pr\u00e1ticas leitoras\u201d. Ministra h\u00e1 mais de seis anos oficinas de dinamiza\u00e7\u00e3o de bibliotecas, bebetecas, alfabetiza\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria e digital, BNCC e a forma\u00e7\u00e3o de leitores, professores, leitores e novas tecnologias para o livro e a leitura. Experi\u00eancia em projetos de leitura e forma\u00e7\u00e3o de professores na Educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, bibliotec\u00e1rios, t\u00e9cnicos em biblioteconomia, agentes culturais e leitores. Promove h\u00e1 seis anos encontros anuais de bibliotec\u00e1rios em parceria com a editora Paulus. Acredita no poder do livro, da leitura e das bibliotecas na constru\u00e7\u00e3o de um mundo mais justo e inclusivo. ALINE KERBER - INSTITUTO FIDEDIGNA - Pesquisa de monitoramento e avalia\u00e7\u00e3o de impacto O Instituto Fidedigna, sediado em Porto Alegre, atua desde 2007 com pesquisas sociais aliadas \u00e0s causas das juventudes e das popula\u00e7\u00f5es negras e perif\u00e9ricas, vulner\u00e1veis \u00e0s viol\u00eancias, na Am\u00e9rica Latina e Caribe, avaliando projetos sociais e realizando diagn\u00f3sticos propositivos \u2013 a exemplo dos trabalhos realizados para a Associa\u00e7\u00e3o da Cultura Hip Hop de Esteio (ACHE), proponente. Site: www.ifidedigna.com.br Aline Kerber \u00e9 Diretora-executiva e S\u00f3cia-fundadora do Instituto Fidedigna. Ela \u00e9 Soci\u00f3loga, Especialista em Seguran\u00e7a P\u00fablica e em Pol\u00edticas P\u00fablicas. \u00c9 pesquisadora e leciona no N\u00facleo de Seguran\u00e7a Cidad\u00e3 da Faculdade de Direito de Santa Maria (FADISMA). Associada Plena do F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica (desde 2011) e Conselheira da ACHE (desde 2017). Autora de 5 livros sobre juventudes, cultura e preven\u00e7\u00e3o \u00e0s viol\u00eancias como \u201cMuitas Cabe\u00e7as Muitas Senten\u00e7as\u201d (PRONASCI em Canoas), coordenou campanhas nacionais e internacionais de seguran\u00e7a cidad\u00e3 (Instinto de Vida, Conex\u00f5es Fidedignas, Protocolo Latinoamericano de Investiga\u00e7\u00e3o de Mortes Violentas de G\u00eanero) e pelo direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o junto \u00e0 Associa\u00e7\u00e3o M\u00e3es e Pais pela Democracia. Implementou, entre 2010 e 2016, diversos observat\u00f3rios, pesquisas e planos de seguran\u00e7a p\u00fablica municipais em Prefeituras do RS (Canoas, Esteio, Rio Grande, Novo Hamburgo e Bag\u00e9) e coordenou a Academia Estadual de Guardas Municipais do RS (2012-2013) pela FADISMA.","impacto_ambiental":"","especificacao_tecnica":"OFICINA DE MC N\u00famero de vagas: 20 por oficina - 6 oficinas no total P\u00fablico alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social Dura\u00e7\u00e3o: 24h Aproximar a escrita do rap, da m\u00fasica e da periferia. A proposta da oficina de MC tem o objetivo de provocar as juventudes e despertar interesse na vida que os cercam, com um olhar po\u00e9tico, tanto em versos quanto em prosa rimada ou n\u00e3o. A oficina ser\u00e1 um passeio pela hist\u00f3ria da m\u00fasica Rap, contado e experimentado atrav\u00e9s desta linguagem. Reconhecendo a evolu\u00e7\u00e3o da escrita e da Cultura Hip Hop na hist\u00f3ria da civiliza\u00e7\u00e3o: m\u00eddias contempor\u00e2neas, atos hist\u00f3ricos, movimentos sociais, direitos humanos, dentre outros temas de suma import\u00e2ncia. Como produto final, objetiva-se uma produ\u00e7\u00e3o musical autoral, desde a composi\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, bem como aprofundamento na produ\u00e7\u00e3o musical. OFICINA DE BREAKING N\u00famero de vagas: 20 por oficina - 6 oficinas no total P\u00fablico alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social Dura\u00e7\u00e3o: 24h A oficina de dan\u00e7a Breaking traz o conhecimento na pr\u00e1tica sobre a dan\u00e7a que deu origem \u00e0s dan\u00e7as relacionadas ao Hip Hop, e abordar\u00e1 fundamentos da dan\u00e7a como: Top Rock, Drop, Foot Work Freezes, Power Moves e Stance, utilizando din\u00e2micas de grupos e trabalho individual, de modo inclusivo e acolhedor, abrindo espa\u00e7o para debates como a profissionaliza\u00e7\u00e3o do Breaking que tamb\u00e9m \u00e9 modalidade ol\u00edmpica, com estreia marcada para 2024 em Paris na Fran\u00e7a. OFICINA DE GRAFFITI N\u00famero de vagas: 20 por oficina - 6 oficinas no total P\u00fablico alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social Dura\u00e7\u00e3o: 24h A oficina de Graffiti visa aprofundar os conhecimentos dos participantes sobre a arte do grafite na \u00f3tica da Cultura Hip Hop, transformando em arte o cotidiano que est\u00e3o inseridos. Ser\u00e3o concebidas atividades nas quais os participantes ir\u00e3o conhecer um pouco da hist\u00f3ria do grafite, seus diferentes estilos e t\u00e9cnicas, suas principais caracter\u00edsticas, seus principais representantes a n\u00edvel local, estadual, nacional e internacional, al\u00e9m de vivenciarem a grafitagem na pr\u00e1tica, desde a cria\u00e7\u00e3o do esbo\u00e7o no papel at\u00e9 a sua aplica\u00e7\u00e3o na parede. OFICINA DE DJ N\u00famero de vagas: 20 por oficina - 6 oficinas no total P\u00fablico alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social Dura\u00e7\u00e3o: 24h A Oficina de DJ busca gerar oportunidade para quem quer aprender a tocar como hobby ou se lan\u00e7ar no mercado, utiliza\u00e7\u00e3o de equipamentos, t\u00e9cnicas de mixagem, al\u00e9m de apresentar a diferen\u00e7a entre as vers\u00f5es de m\u00fasicas e m\u00eddias utilizadas pelos DJs. As juventudes aprendem em aulas pr\u00e1ticas sobre disparo, volume, ganho, compasso, contagem de compasso, harmonia musical, loop, Master Tempo, mixagem usando Pitch, Pitch Bend, Modo Vinyl, Break, al\u00e9m de introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 mixagem em computador: Pitch X Sinc. Tamb\u00e9m ser\u00e3o dadas orienta\u00e7\u00f5es sobre como se comportar no mercado da m\u00fasica, abordando temas como \u00e9tica, postura e p\u00fablico Buscando gerar oportunidade para que os alunos entrem no mercado de trabalho, possibilitando assim a gera\u00e7\u00e3o de renda na economia criativa da cultura. Ensinando teoria e pr\u00e1tica, abordando tamb\u00e9m o trabalho na montagem e conex\u00e3o de diversos equipamentos, afina\u00e7\u00e3o, controle de pitch, regras, batidas por compasso, equaliza\u00e7\u00e3o, pr\u00e1ticas e grava\u00e7\u00e3o de uma mixtape. OFICINA DE CONHECIMENTO N\u00famero de vagas: 20 por oficina - 6 oficinas no total P\u00fablico alvo: comunidade em geral, com reserva de vagas para popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social Dura\u00e7\u00e3o: 24h A oficina de Conhecimento, o 5\u00ba elemento da Cultura Hip Hop, \u00e9 um \u00e2mbito de reflex\u00e3o e a\u00e7\u00e3o no qual se pretende superar a separa\u00e7\u00e3o que existe entre a teoria e a pr\u00e1tica, entre conhecimento e trabalho e entre a educa\u00e7\u00e3o e a vida. A oficina \u00e9 uma metodologia de trabalho que prev\u00ea a forma\u00e7\u00e3o coletiva. Ela prev\u00ea momentos de intera\u00e7\u00e3o e troca de saberes a partir da uma horizontalidade na constru\u00e7\u00e3o do saber inacabado. Sua din\u00e2mica toma como base o pensamento de Paulo Freire no que diz respeito \u00e0 dial\u00e9tica\/dialogicidade na rela\u00e7\u00e3o educador e educando. Sendo assim, \u00e9 uma din\u00e2mica democr\u00e1tica, participativa e reflexiva que toma como fundamento do processo pedag\u00f3gico a rela\u00e7\u00e3o teoria-pr\u00e1tica, sem enaltecer a figura do educador como \u00fanica detentora dos conhecimentos.","estrategia_execucao":"","democratizacao":"Toda a programa\u00e7\u00e3o prevista neste projeto ser\u00e1 gratuita. O projeto contempla os seguintes inciso\/medida do art. 28 da IN n\u00ba 01\/2023: Art. 28. Em complemento, o proponente dever\u00e1 prever a ado\u00e7\u00e3o de, pelo menos, uma das seguintes medidas de amplia\u00e7\u00e3o do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espet\u00e1culos, das exposi\u00e7\u00f5es, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, est\u00e1gios, cursos, treinamentos, palestras, exposi\u00e7\u00f5es, mostras e oficinas; VII - realizar a\u00e7\u00e3o cultural voltada ao p\u00fablico infantil ou infantojuvenil;","resumo":"O projeto busca fomentar as a\u00e7\u00f5es de manuten\u00e7\u00e3o de atividades do Museu da Cultura Hip Hop do Estado do RS, realizando exposi\u00e7\u00f5es, a\u00e7\u00f5es de organiza\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o de seu acervo, a\u00e7\u00f5es educativas, visitas guiadas, eventos de promo\u00e7\u00e3o a cultura Hip Hop e pesquisa de avalia\u00e7\u00e3o de impacto.","sinopse":"APRESENTA\u00c7\u00d5ES MUSICAIS - EVENTOS ARTISTICOS Ser\u00e1 lan\u00e7ado um edital para cadastramento de artistas do RS interessados em integrarem a programa\u00e7\u00e3o dos seis eventos culturais do plano anual. Em cada evento, a curadoria selecionar\u00e1 duas atividades de cada elemento: MC, DJ e Breaking, para realiza\u00e7\u00e3o de apresenta\u00e7\u00f5es.","tipicidade":"Planos Anuais","tipologia":"Plano bianual","enquadradmento":"Artigo 18","mecanisnmo":"Mecenato","UF":"RS","municipio":"Esteio","segmento":"Planos Anuais Manuten\u00e7 e Elabor de Planos Museol\u00f3g","data_inicio":"2024-01-01","data_termino":"2025-12-31","outras_fontes":".0000","proponente":"ASSOCIACAO DA CULTURA HIP HOP DE ESTEIO","ano_projeto":"23","local_realizacao":[{"municipio_ibge":"431490","municipio":"Porto Alegre","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"}],"valor_solicitado":3527715,"valor_aprovado":4808055,"valor_projeto":4808055,"valor_captado":4185680,"valor_proposta":3377715,"_links":{"self":"http:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/projetos","fornecedores":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/fornecedores?PRONAC=234968","incentivadores":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/incentivadores?incentivador_id=234968","proponente":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/proponentes\/d47c41df54d0d102b0348ee4fd53e9541a8cfdc233382a0e1606b3b0c024"}}]},"_links":{"self":"http:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/projetos","first":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/projetos?PRONAC=234968&limit=100&offset=0","last":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/projetos?PRONAC=234968&limit=100&offset=0"},"count":1,"total":1}