{"_embedded":{"projetos":[{"PRONAC":"249164","nome":"Nosso cantinho da leitura! - 2025","providencia":"PROJETO ARQUIVADO.","cgccpf":"72228877000145","situacao":"Projeto encerrado por excesso de prazo sem capta\u00e7\u00e3o ","acessibilidade":"LIVROS: Acessibilidade f\u00edsica: n\u00e3o se aplica Acessibilidade para deficientes visuais:apesar de os livros serem destinados a crian\u00e7as n\u00e3o-alfabetizadas, cuja media\u00e7\u00e3o \u00e9 feita pelo professor, oferecemos, nos site do projeto e no youtube, conta\u00e7\u00f5es de hist\u00f3rias com Audiodescri\u00e7\u00e3o. Acessibilidade para deficientes auditivos: apesar de os livros serem destinados a crian\u00e7as n\u00e3o-alfabetizadas, cuja media\u00e7\u00e3o \u00e9 feita pelo professor, oferecemos, nos site do projeto e no youtube, conta\u00e7\u00f5es de hist\u00f3rias com LIBRAS e legendagem para surdos. Acessibilidade para Pessoas com Defici\u00eancia Intelectual: apesar de os livros serem destinados a crian\u00e7as n\u00e3o-alfabetizadas e a media\u00e7\u00e3o realizada pelo educador, vamos priorizar institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas que ofere\u00e7am monitores treinados (os quais tamb\u00e9m ser\u00e3o convidados para as oficinas). OFICINAS PARA EDUCADORES: Acessibilidade f\u00edsica: n\u00e3o se aplica, pois as oficinas s\u00e3o online. Acessibilidade para deficientes visuais: uma das oficinas ser\u00e1 com audiodescri\u00e7\u00e3o ao vivo. Al\u00e9m de serem convidados para essa oficina, a atividade ser\u00e1 gravada para ser disponibilizada aos professores cegos ou de baixa vis\u00e3o. Acessibilidade para deficientes auditivos: uma das oficinas ser\u00e1 com tradu\u00e7\u00e3o em LIBRAS ao vivo. Al\u00e9m de serem convidados para essa oficina, a atividade ser\u00e1 gravada para ser disponibilizada aos professores surdos ou com defici\u00eancia auditiva. Obs. O site do projeto, viabilizado pela Lei Rouanet (PRONAC 211888), conta com tradu\u00e7\u00e3o em libras e conta\u00e7\u00f5es de hist\u00f3rias em libras e com audiodescri\u00e7\u00e3o.","objetivos":"Objetivo Geral O objetivo \u00e9 que o projeto Nosso Cantinho da Leitura! 2025 colabore com a diversidade dos acervos liter\u00e1rios de escolas p\u00fablicas e\/ou centros municipais de Educa\u00e7\u00e3o Infantil, ampliando o repert\u00f3rio das institui\u00e7\u00f5es e oportunizando que as crian\u00e7as possam se identificar positivamente com as hist\u00f3rias infantis. Objetivos Espec\u00edficos A) Livro: . Distribuir gratuitamente 50 acervos liter\u00e1rios de tem\u00e1tica afro-brasileira e ind\u00edgena, com 50 exemplares cada, para 50 escolas p\u00fablicas e\/ou centros municipais de Educa\u00e7\u00e3o Infantil. B) Curso\/oficinas: - Oferecer forma\u00e7\u00f5es para os professores das 50 Escolas p\u00fablicas de Educa\u00e7\u00e3o Infantil, beneficiadas com o acervo. - Distribuir, junto com os livros, adere\u00e7os e acess\u00f3rios para 50 escolas p\u00fablicas de Educa\u00e7\u00e3o Infantil.","justificativa":"O projeto Nosso Cantinho da Leitura! 2025 \u00e9 uma iniciativa comprometida com a educa\u00e7\u00e3o de qualidade que se quer ter para todas as crian\u00e7as em ambiente escolar. A Educa\u00e7\u00e3o Infantil \u00e9 a primeira etapa da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica, de acordo com o artigo 29 da Lei 9.394\/1996. Essa etapa da Educa\u00e7\u00e3o \u00e9 voltada \u00e0 primeira inf\u00e2ncia e visa o desenvolvimento integral da crian\u00e7a em seus aspectos psicol\u00f3gico, f\u00edsico, intelectual e social. Por isso, \u00e9 importante que, desde a primeira inf\u00e2ncia, sejam oportunizadas experi\u00eancias com leituras que tragam a diversidade \u00e9tnico-racial que h\u00e1 em nossa sociedade, tragam representatividade e que promovam o respeito \u00e0s diferen\u00e7as.\u00c9 por saber que \u00e9 desde a Educa\u00e7\u00e3o Infantil que as crian\u00e7as precisam acessar obras de literatura africana, afro-brasileira e ind\u00edgena que trazemos a proposta Nosso cantinho da leitura! Sabe-que o Brasil \u00e9 o segundo pa\u00eds com maior popula\u00e7\u00e3o negra do mundo e o maior fora do continente africano, mesmo assim a educa\u00e7\u00e3o escolar que nasce e se reproduz por meio de um sistema colonizador e europeizado excluiu por s\u00e9culos as hist\u00f3rias e as culturas desta popula\u00e7\u00e3o, tratada predominantemente de forma interditada ou inferiorizada nos conte\u00fados escolares, bem como nos materiais did\u00e1ticos, inclusive os direcionados para a inf\u00e2ncia, incluindo a\u00ed a Educa\u00e7\u00e3o Infantil e os Anos Inicias do Ensino Fundamental. Al\u00e9m disso, pesquisas apontam que \u00e9 maior o n\u00famero de crian\u00e7as negras que se evadem das escolas e que s\u00e3o inseridas no trabalho infantil do que crian\u00e7as brancas. Por isso, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educa\u00e7\u00e3o das Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-Raciais e para o Ensino de Hist\u00f3ria e Cultura Afro-Brasileira e Africana (DCNERER), publicada em 2004, afirma que todos os sistemas de ensino e estabelecimentos de todos os n\u00edveis de educa\u00e7\u00e3o, incluindo a Educa\u00e7\u00e3o Infantil e o Ensino Fundametal, dever\u00e3o providenciar \"registro da hist\u00f3ria n\u00e3o contada dos negros brasileiros, tais como em remanescentes de quilombos, comunidades e territ\u00f3rios negros urbanos e rurais\" (BRASIL, 2004, p. 23). Al\u00e9m disso, a DCNERER aponta a \"necessidade de crian\u00e7as, jovens e adultos estudantes sentirem-se contemplados e respeitados, em suas peculiaridades, inclusive as \u00e9tnico-raciais, nos programas e projetos educacionais\" (BRASIL, 2004, p. 27). Para atender a essa necessidade urgente, o projeto Nosso Cantinho da Leitura! 2025 aposta na literatura e na conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias para colaborar com a inclus\u00e3o das tem\u00e1ticas desde os primeiros meses de vida. Historicamente, os materiais disponibilizados \u00e0s escolas de Educa\u00e7\u00e3o Infantil (livros, brinquedos e outros) n\u00e3o consideram a diversidade \u00e9tnico-racial e privilegiam a aquisi\u00e7\u00e3o (quando disp\u00f5em de recursos) de refer\u00eancias euroc\u00eantricas. \u00c0s crian\u00e7as, desse modo, \u00e9 privado o direito ao reconhecimento e \u00e0 identifica\u00e7\u00e3o positiva de sua origem e hist\u00f3ria. Nos raros momentos em que isso acontece, d\u00e1-se por iniciativa isolada do professor que, muitas vezes, investe recursos pr\u00f3prios. Al\u00e9m da distribui\u00e7\u00e3o de acervo qualificado e de adere\u00e7os e brinquedos que possibilitem experi\u00eancias l\u00fadicas com as crian\u00e7as, o Nosso Cantinho da Leitura! 2025 prev\u00ea a realiza\u00e7\u00e3o de curso de forma\u00e7\u00e3o online para que os professores, al\u00e9m de conhecer em detalhes os t\u00edtulos do acervo, possam conhecer a import\u00e2ncia do tratamento desses temas e tenham acesso a sugest\u00f5es de atividades para qualificar a experi\u00eancia com seus alunos. A distribui\u00e7\u00e3o gratuita \u00e0s escolas p\u00fablicas de Educa\u00e7\u00e3o Infantil e a forma\u00e7\u00e3o sem custo aos professores s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 Lei Federal de Incentivo \u00e0 Cultura, a qual possibilita que empresas privadas possam, tamb\u00e9m, colaborar com a educa\u00e7\u00e3o de qualidade de nossas crian\u00e7as - nosso principal anseio. Nosso Cantinho de Leitura 2025 se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1\u00b0 da Lei 8313\/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso \u00e0s fontes da cultura e o pleno exerc\u00edcio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o cultural e art\u00edstica brasileira, com valoriza\u00e7\u00e3o de recursos humanos e conte\u00fados locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifesta\u00e7\u00f5es culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produ\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e mem\u00f3ria; e IX - priorizar o produto cultural origin\u00e1rio do Pa\u00eds. Em rela\u00e7\u00e3o ao Art. 3\u00ba, o projeto atende aos objetivos: III - preserva\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o do patrim\u00f4nio art\u00edstico, cultural e hist\u00f3rico, mediante:a) constru\u00e7\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o, organiza\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o, amplia\u00e7\u00e3o e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organiza\u00e7\u00f5es culturais, bem como de suas cole\u00e7\u00f5es e acervos;d) prote\u00e7\u00e3o do folclore, do artesanato e das tradi\u00e7\u00f5es populares nacionais; Nosso Cantinho de Leitura 2025 pretende ampliar o n\u00famero de institui\u00e7\u00f5es beneficiadas com os acervos, pois, em 2023, no projeto Nosso Cantinho de Leitura PRONAC 211888, 40 escolas p\u00fablicas de educa\u00e7\u00e3o infantil foram atingidas.","etapa":"Pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o (3 meses) - capta\u00e7\u00e3o de recursos - aquisi\u00e7\u00e3o dos acervos - elabora\u00e7\u00e3o do material de apoio pedag\u00f3gico (forma\u00e7\u00f5es) - aquisi\u00e7\u00e3o dos acess\u00f3rios Produ\u00e7\u00e3o (8 meses) - distribui\u00e7\u00e3o dos acervos - realiza\u00e7\u00e3o das forma\u00e7\u00f5es - acompanhamento dos resultados P\u00f3s-produ\u00e7\u00e3o (1 m\u00eas) - elabora\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio final - presta\u00e7ao de contas","ficha_tecnica":"Graziella Ferst - Supervis\u00e3o do Projeto A dirigente da Ferst&Ostermann, Graziella Ferst, far\u00e1 a supervis\u00e3o volunt\u00e1ria de todo o projeto. Graziella \u00e9 produtora de cinema e televis\u00e3o especializada na produ\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o executiva de conte\u00fados audiovisuais. Formada em Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas (UFRGS) e especialista em Cinema (Unisinos), iniciou sua carreira na \u00e1rea cultural em 2004. Nesta trajet\u00f3ria em que atuou como assistente de produ\u00e7\u00e3o, coordenadora de produ\u00e7\u00e3o e assistente de produ\u00e7\u00e3o executiva antes de assumir o cargo de produtora executiva, realizou 8 longas-metragens, 19 m\u00e9dias, 21 curtas e 5 s\u00e9ries de TV. Juntos, seus filmes j\u00e1 participaram de mais de 250 festivais internacionais e arrebataram mais de 120 pr\u00eamios. Cristiane Ostermann \u2013 Coordenadora do Projeto A coordena\u00e7\u00e3o do projeto ser\u00e1 realizada pela coordenadora da Ferst&Ostermann, proponente do projeto, Cristiane Ostermann, que \u00e9 formada em jornalismo pela UFRGS, p\u00f3s-graduada em Gest\u00e3o da Responsabilidade Social Empresarial. Na \u00e1rea cultural, coordenou diversos projetos, dentre eles, Encontros com o Professor, de 2004 a 2013; Educa\u00e7\u00e3o para as Artes, em 2012; Som na Escola, 2015; e o projeto MudaMundo, desde 2006. Sara da Silva Pereira - Curadoria Doutoranda em Educa\u00e7\u00e3o pela UFPR; mestra em Educa\u00e7\u00e3o (UFPR); especialista em Psicopedagogia Cl\u00ednica e Institucional, Psicomotricidade e M\u00eddias Integradas em Educa\u00e7\u00e3o; integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas Er\u00eaY\u00e1, vinculado ao NEAB e ao OCUPP (UFPR); pesquisadora vinculada a projetos do NEABI da UFAC; diretora do Departamento de Educa\u00e7\u00e3o Infantil do munic\u00edpio de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Pinhais. Fl\u00e1via Rocha - Coordenadora pedag\u00f3gica Possui gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria (2005) e mestrado em Letras: linguagem e identidade (2011), ambos pela Universidade Federal do Acre (Ufac). \u00c9 doutoranda do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Federal do Paran\u00e1. \u00c9 professora Assistente da Ufac, onde \u00e9 lotada na \u00e1rea de Hist\u00f3ria do Centro de Filosofia e Ci\u00eancias Humanas, onde ministra as disciplinas de Est\u00e1gio Supervisionado do Ensino de Hist\u00f3ria e coordena o Programa de Resid\u00eancia Pedag\u00f3gica do Curso de Licenciatura em Hist\u00f3ria. Lidera o Grupo de Pesquisa N\u00facleo de Estudos Afro-Brasileiros e Ind\u00edgenas da Universidade Federal do Acre e tem coordenado, desde 2015, o Evento \"Semana em Favor de Igualdade Racial\". \u00c9 editora chefe da Revista Em Favor de Igualdade Racial. Atualmente coordena o Projeto Afrocientista, em \u00e2mbito local. \u00c9 presidente administrativa do F\u00f3rum Permanente de Educa\u00e7\u00e3o \u00c9tnico-Racial do Estado do Acre . Joana Marques de Lima Saar Xavier - Oficina para Forma\u00e7\u00e3o de professores Licenciada em Hist\u00f3ria\/Ufac e em Pedagogia\/ICSH;Especialista em Educa\u00e7\u00e3o para as rela\u00e7\u00f5es \u00e9tnico-raciais\/Ufac; Especialista em Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva\/Sinal;Professora de Hist\u00f3ria;Professora da Educa\u00e7\u00e3o Infantil - creche \/ Seme - RBR; Pesquisadora e membro da Coordena\u00e7\u00e3o de Ensino no Neabi\/Ufac.","impacto_ambiental":"","especificacao_tecnica":"Para cada cantinho de leitura doado, ser\u00e1 oferecida oficina de forma\u00e7\u00e3o para os professores da institui\u00e7\u00e3o de ensino. As forma\u00e7\u00f5es ser\u00e3o ministradas em encontros online, de forma s\u00edncrona, cada encontro com 2h cada. Somando um total de 10h, sendo 8h para encontros s\u00edncronos e 2h para atividade ass\u00edncrona. As forma\u00e7\u00f5es ser\u00e3o compostas das seguintes \u201cRodas de Conversas\u201d, cada uma com 2h de dura\u00e7\u00e3o em encontro s\u00edncrono, como j\u00e1 mencionado acima. A) Apresentando o projeto B) Educa\u00e7\u00e3o para as rela\u00e7\u00f5es \u00e9tnico-raciais (ERER) a) Conceito; b) Hist\u00f3rico; c) Legisla\u00e7\u00e3o. C) Educa\u00e7\u00e3o para as rela\u00e7\u00f5es \u00e9tnico-raciais para a inf\u00e2ncia a) Conceito; b) Hist\u00f3rico; c) Legisla\u00e7\u00e3o. D) Hist\u00f3ria e cultura africana, afro-brasileira e ind\u00edgena a) Hist\u00f3ria e contribui\u00e7\u00f5es africanas para o Brasil; b) Hist\u00f3ria e cultura afro-brasileira; c) Hist\u00f3ria e cultura ind\u00edgena no Brasil.","estrategia_execucao":"","democratizacao":"Artigo 28 da IN 01\/2023 I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execu\u00e7\u00e3o do projeto para distribui\u00e7\u00e3o gratuita com car\u00e1ter social, al\u00e9m do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); 100% dos livros adquiridos pelo projeto ser\u00e3o distribu\u00eddos gratuitamente. As forma\u00e7\u00f5es para professores, tamb\u00e9m, s\u00e3o gratuitas.","resumo":"Nosso Cantinho da Leitura prev\u00ea a distribui\u00e7\u00e3o de t\u00edtulos de literatura infantil de autoria ou tem\u00e1tica afro-brasileira e ind\u00edgena para escolas p\u00fablicas de Educa\u00e7\u00e3o Infantil, al\u00e9m de prever forma\u00e7\u00f5es para os professores sobre a import\u00e2ncia da Educa\u00e7\u00e3o para Rela\u00e7\u00f5es Etnico-raciais.","sinopse":"O projeto prev\u00ea a aquisi\u00e7\u00e3o de 50 t\u00edtulos para cada cantinho de leitura. Como alguns t\u00edtulos poder\u00e3o estar esgotados ou fora de cat\u00e1logo no momento da aquisi\u00e7\u00e3o, selecionamos 54 t\u00edtulos que poder\u00e3o compor o acervo, os quais listamos abaixo: ROSA, Sonia. Como \u00e9 bonito o p\u00e9 de Igor. 1 \u00aa ed. Rio de Janeiro, RJ: Editora DCL, 2008.Sinopse: Quando o Igor nasceu e seus dedinhos balan\u00e7aram pra l\u00e1 e pra c\u00e1, todos puderam notar como era bonito o seu p\u00e9. De beb\u00ea virou menino e de menino, um rapag\u00e3o, e at\u00e9 hoje por onde passa tem sempre algu\u00e9m que diz - como \u00e9 bonito o p\u00e9 do Igor! ROSA, Sonia. L\u00e1 vai o Rui. 1 \u00aa ed. Rio de Janeiro, RJ: Editora DCL, 2004.Sinopse: Rui queria jogar bola, olhar as formigas, ir \u00e0 praia, tomar sorvete, andar de carrinho no mercado... Mas tudo fica na imagina\u00e7\u00e3o, porque hoje ele est\u00e1 doente e n\u00e3o vai poder sair de casa. Com ilustra\u00e7\u00f5es atraentes aos pequenos, feitas com massa de modelar, o livro brinca com o real e o imagin\u00e1rio. ROSA, Sonia. \u00c9 o anivers\u00e1rio do Bernardo. Rio de Janeiro, RJ: Editora DCL, 2015.Sinopse: Voc\u00ea est\u00e1 convidado para festa! Vai ter muitos amigos, cata-vento, doce e carinho. Chegue mais e venha comemorar, porque hoje \u00e9 um dia muito especial: \u00c9 o Anivers\u00e1rio do Bernardo! ROSA, Sonia. Cad\u00ea Clarisse? 1 \u00aa ed. Rio de Janeiro, RJ: Editora DCL, 2004.Sinopse: Clarisse est\u00e1 aprendendo a engatinhar e sua curiosidade para conhecer o mundo \u00e9 imensa. Com a pergunta que se repete a cada p\u00e1gina, \u201cCad\u00ea Clarisse?\u201d, a autora prende a aten\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as, junto com as cores vivas das ilustra\u00e7\u00f5es, feitas com massinha de modelar. ROSA, Sonia. Alice v\u00ea. 1 \u00aa ed. Rio de Janeiro, RJ: Editora DCL, 2014.Sinopse: A pequena Alice est\u00e1 desvendando o mundo, as sensa\u00e7\u00f5es, os cheiros, as pessoas. E v\u00ea tudo com um olhar especial, \u00e0 sua maneira: uma pra\u00e7a que abra\u00e7a brinquedos e crian\u00e7as, carros conversando animados na rua... Aceite o convite dessa garotinha esperta e descubra voc\u00ea tamb\u00e9m como Alice V\u00ea! GOMES, Nilma Lino. Betina. Belo Horizonte: Mazza Edi\u00e7\u00f5es, 2009.Sinopse: A li\u00e7\u00e3o do penteado, Betina aprendeu da amorosa av\u00f3 e a av\u00f3 aprendeu com a m\u00e3e dela que aprendeu com outra m\u00e3e que tinha aprendido com uma tia. S\u00f3 que Betina foi al\u00e9m e espalhou a li\u00e7\u00e3o para filhas e filhos, m\u00e3es e av\u00f3s que n\u00e3o eram os dela. Ela abriu um sal\u00e3o de beleza diferente e ficou conhecida em v\u00e1rios lugares do pa\u00eds. Mas Nilma Lino Gomes tem muitos detalhes deliciosos dessa linda hist\u00f3ria. SANTANA, Patr\u00edcia. Cheirinho de nen\u00e9m. Ilustrado por Thiago Amormino. Belo Horizonte: Mazza Edi\u00e7\u00f5es, 2011.Sinopse: Ao contr\u00e1rio do ci\u00fame, medo e inseguran\u00e7a que muitas crian\u00e7as sentem quando chega o irm\u00e3o ou a irm\u00e3, para o personagem do livro o sentimento \u00e9 de comemora\u00e7\u00e3o e alegria. \u00c9 inspirado em V\u00edctor, filho da autora, que aguardou ansiosamente o nascimento de sua irm\u00e3. SANTANA, Patr\u00edcia. Entremeio sem babado. Ilustrado por Marcial \u00c1vila. Belo Horizonte: Mazza Edi\u00e7\u00f5es, 2007.Sinopse:Kizzy \u00e9 o nome de uma menina-menininha de origem africana como seu nome. Perguntadeira, ela deixa os adultos desorientados. Por causa disso foi apelidada por sua av\u00f3 de entremeio sem babado, pessoa que se mete num assunto em que n\u00e3o \u00e9 chamada. Mas como era de se esperar, Kizzy n\u00e3o aceitaria o apelido sem saber o que significava. COOKE, Trish; OXENBURY, Helen. Tanto, tanto! Trad. Ruth Salles. S\u00e3o Paulo: \u00c1tica,1997.Sinopse: Uma divertida fam\u00edlia se re\u00fane para fazer uma festa-surpresa. Enquanto esperam o aniversariante, todos os parentes querem agarrar e beijar o beb\u00ea da casa e brincar com ele. MOURA, Dayse Cabral. Oranyam e a Grande Pescaria. 1a. ed. Belo Horizonte: Mazza Edi\u00e7\u00f5es, 2014. v. 01. 23pSinopse: N\u00e3o pense que \u00e9 s\u00f3 mais uma hist\u00f3ria de pescador! Ela aconteceu no rio Niger pr\u00f3ximo da cidade de Oy\u00f3 no continente africano. Onde mora Oranyam, menino de grande cora\u00e7\u00e3o e que adora aventura. Ele e seus amigos, Oladel\u00ea e Kayod\u00ea v\u00e3o sair para pescar. Oranyam pesca um grande peixe. Que rio generoso! Por causa deste acontecimento, o menino tem uma ideia maravilhosa para compartilhar sua boa sorte e reunir toda a aldeia. Assim, ele pede ajuda da vov\u00f3 Dandara e tem um bom motivo para convidar o s\u00e1bio vov\u00f4 Jo\u00e3o. Em torno do Baob\u00e1, \u00e1rvore da vida, o vov\u00f4 promete contar hist\u00f3rias fascinantes e aproveita para refor\u00e7ar os ensinamentos do seu povo. COSTA, Madu. Koumba e o Tambor Diamb\u00ea: editora Mazza, 2009.Sinopse: Griot \u00e9 o contador de hist\u00f3rias africano que passa a tradi\u00e7\u00e3o dos antepassados de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o. O objetivo da Cole\u00e7\u00e3o Griot Mirim, que tem entre seus t\u00edtulos \"Koumba e o tambor diamb\u00ea\", \u00e9 trabalhar a identidade afrodescendente na imagina\u00e7\u00e3o infantil. E \u00e9 justamente \u00e0 imagina\u00e7\u00e3o que esses livros falam a partir de uma composi\u00e7\u00e3o sens\u00edvel, de textos curtos e po\u00e9ticos, associados a belas ilustra\u00e7\u00f5es. Modo l\u00fadico de refor\u00e7ar a autoestima da crian\u00e7a a partir da valoriza\u00e7\u00e3o de seus antepassados, de sua cultura e de sua cor. SUNNY. Ulomma: a casa da beleza e outros contos. S\u00e3o Paulo: Paulinas, 2006.Sinopse: Uma homenagem do autor nigeriano \u00e0 m\u00e3e \u00c1frica, ber\u00e7o da humanidade, e um convite ao resgate de elementos importantes da hist\u00f3ria e da cultura africanas, componentes de nossa forma\u00e7\u00e3o cultural; pr\u00eamio: Altamente Recomend\u00e1vel FNLIJ - Categoria Reconto (2006). SUNNY. Contos da Lua e da beleza perdida. S\u00e3o Paulo: Paulinas, 2008.Sinopse: Sunny apresenta mais cinco contos resgatados da literatura oral nigeriana; de estilo simples, com senten\u00e7as curtas e figuras de repeti\u00e7\u00e3o, os conte\u00fados s\u00e3o mais densos e versam sobre a presun\u00e7\u00e3o, a soberba, a gan\u00e2ncia e a inveja. MOURA, Dayse Cabral. A rainha Dandara e a beleza dos cabelos crespos. 1. ed. Recife: Editora Universit\u00e1ria da UFPE, 2017. v. 600. 23p.Sinopse: A publica\u00e7\u00e3o, editada pela Editora Universit\u00e1ria da UFPE, aborda, a partir de uma passagem em que uma crian\u00e7a negra \u00e9 criticada por conta dos cabelos, o impacto do preconceito e as respostas que os afrodescendentes podem dar \u00e0 sociedade sobre essa quest\u00e3o. Em sua segunda obra de literatura infanto-juvenil afro-brasileira, Dayse Cabral de Moura usa, em sua narrativa, elementos que ressaltam a hist\u00f3ria e a cultura africana e afro-brasileira e faz um convite \u00e0 reflex\u00e3o sobre a est\u00e9tica afro, a beleza dos cabelos crespos, o respeito \u00e0s diferen\u00e7as, os processos de constru\u00e7\u00e3o das identidades das crian\u00e7as negras. NUNES, Davi. BUCALA: a princesa do quilombo do Cabula. Rio de Janeiro: Mal\u00ea, 2019.Sinopse: Bucala: a pequena princesa do quilombo do cabula conta a hist\u00f3ria de uma linda princesa quilombola que tem o cabelo crespo em formato de coroa de rainha. Ela possui poderes que protegem o quilombo. Bucala voa no p\u00e1ssaro-preto, cavalga na on\u00e7a su\u00e7uarana, mergulha no reino da rainha das \u00e1guas doces e aprende toda a sabedoria dos reinos africanos com o s\u00e1bio anci\u00e3o bem-preto-de-barbicha-bem-branca. DIAS, Lucimar Rosa. Azizi: o presente precioso. Ilustra\u00e7\u00f5es Ana Luisa Maisonnave. S\u00e3o Paulo: Arol\u00ea Cultural, 2019.Sinopse: De que forma se forma uma fam\u00edlia? \"Azizi, o presente precioso\" \u00e9 uma hist\u00f3ria de afeto e acolhimento inspirada em casos reais de ado\u00e7\u00e3o interracial nos quais pais e m\u00e3es s\u00e3o questionados sobre a possibilidade de pessoas de diferentes ra\u00e7as se tornarem uma fam\u00edlia: um menino negro adotado por uma fam\u00edlia branca, que encontra em suas diferen\u00e7as a unidade da fam\u00edlia, da vida, do abra\u00e7o, do amor. Os la\u00e7os afetivos entre Azizi, sua m\u00e3e e seu pai se fortalecem na diferen\u00e7a das ra\u00e7as. A empolga\u00e7\u00e3o de Azizi ao ouvir incansavelmente a hist\u00f3ria de sua chegada, \"o presente precioso\" t\u00e3o esperado por seus pais, \u00e9 a confirma\u00e7\u00e3o de que as no\u00e7\u00f5es de fam\u00edlia v\u00e3o muito al\u00e9m dos la\u00e7os sangu\u00edneos: Azizi \u00e9 adotado, mas tamb\u00e9m adota seus pais que, juntos, v\u00e3o encontrando nas delicadezinhas da vida o sentido de amar. DIAS, Lucimar Rosa. Cada um com seu jeito, cada jeito \u00e9 de um. Campo Grande, MS: Editora Alvorada, 2012.Sinopse: Ela \u00e9 uma menina sapeca, inteligente, que gosta de brincar e comer chocolate. Sabe o que \u00e9 mais legal? Ela \u00e9 super vaidosa e adora usar penteados diferentes! Ent\u00e3o um dia ela usa tran\u00e7as, outro o cabelo preso, outro dia com enfeites, e toda sua fam\u00edlia ajuda, papai, mam\u00e3e e vov\u00f3. Ahh, voc\u00eas tamb\u00e9m v\u00e3o conhec\u00ea-los e descobrir que cada um tem o seu jeito especial de ser! Agora, voc\u00ea quer saber o nome dessa linda menininha? Pois vou dar apenas uma dica, o papai dela escolhei o nome de uma capital de um pa\u00eds africano que ele visitou. Voc\u00ea sabe qual \u00e9? Ent\u00e3o leia esse livro muito especial e lindo, indicado para crian\u00e7as e adultos de todas as idades.HOOKS, Bell. Meu crespo \u00e9 de rainha. S\u00e3o Paulo: Boitat\u00e1, 2018.Sinopse: Publicado originalmente em 1999 em forma de poema rimado e ilustrado, esta delicada obra chega ao pa\u00eds pelo selo Boitat\u00e1, apresentando \u00e0s meninas brasileiras diferentes penteados e cortes de cabelo de forma positiva, alegre e elogiosa. Um livro para ser lido em voz alta, indicado para crian\u00e7as a partir de tr\u00eas anos de idade - e tamb\u00e9m m\u00e3es, irm\u00e3s, tias e av\u00f3s - se orgulharem de quem s\u00e3o e de seu cabelo 'macio como algod\u00e3o' e 'gostoso de brincar'. Hoje em dia, \u00e9 sabido que incont\u00e1veis mulheres, incluindo meninas muito novas, sofrem tentando se encaixar em padr\u00f5es inalcan\u00e7\u00e1veis de beleza, de problemas que podem incluir desde quest\u00f5es de inseguran\u00e7a e baixa autoestima at\u00e9 dist\u00farbios mais s\u00e9rios, como anorexia, depress\u00e3o e mesmo tentativas de mutila\u00e7\u00e3o ou suic\u00eddio. Para as garotas negras, o peso pode ser ainda maior pela falta de representatividade na m\u00eddia e na cultura popular e pelo excesso de refer\u00eancias euroc\u00eantricas, de pele clara e cabelos lisos. Nesse sentido, Meu crespo \u00e9 de rainha \u00e9 um livro que enaltece a beleza dos fen\u00f3tipos negros, exaltando penteados e texturas afro, serve de refer\u00eancia \u00e0 garota que se v\u00ea ali representada e admirada. OLIVEIRA, Kiusam de. O mundo no black power de Tay\u00f3. S\u00e3o Paulo: Peir\u00f3polis, 2013.Sinopse: Tay\u00f3 \u00e9 uma menina negra que tem orgulho do cabelo crespo com penteado black power, enfeitando-o das mais diversas formas. A autora apresenta uma personagem cheia de autoestima, capaz de enfrentar as agress\u00f5es dos colegas de classe, que dizem que seu cabelo \u00e9 \u201cruim\u201d. Mas como pode ser ruim um cabelo \u201cfofo, lindo e cheiroso\u201d? \u201cVoc\u00eas est\u00e3o com dor de cotovelo porque n\u00e3o podem carregar o mundo nos cabelos\u201d, responde a garota para os colegas. Com essa narrativa, a autora transforma o enorme cabelo crespo de Tay\u00f3 numa met\u00e1fora para a riqueza cultural de um povo e para a riqueza da imagina\u00e7\u00e3o de uma menina sadia. MARINHO, Josias. O pr\u00edncipe da beira. Belo Horizonte: Mazza, 2011.Sinopse: O livro traz a rela\u00e7\u00e3o de um menino com o rio que banha sua cidade. Ele se v\u00ea um pr\u00edncipe em um reino de magia, aventuras e amor, que surge da alegria, da terra, das folhas, dos cheiros, da \u00e1gua e das cidades que crescem \u00e0 beira do Guapor\u00e9. Pedras Negras, Surpresa, Costa Marques (o Para\u00edso do Vale) e Guajar\u00e1-mirim s\u00e3o as cidades que fazem parte daquele reinado de menino sonhador. Real Forte Pr\u00edncipe da Beira \u00e9 a cidade que fez do menino o senhor da realeza de um quintal com abacateiros e laranjeiras. MARINHO, Josias. Benedito. S\u00e3o Paulo: Livraria Saraiva (Selo Caramelo), 2014.Sinopse; Neste belo livro de imagens, voc\u00ea vai conhecer Benedito, uma crian\u00e7a que se descobre na batida do tambor do Congado, uma manifesta\u00e7\u00e3o de f\u00e9, canto e dan\u00e7a celebrada por seus familiares e amigos. O tambor do Benedito n\u00e3o \u00e9 apenas um brinquedo, \u00e9 um instrumento que guarda e revive as mem\u00f3rias ancestrais do negro brasileiro! Voc\u00ea sabe o que significa ancestral? \u00c9 tudo que se refere ao passado... E \u00e9 com a cria\u00e7\u00e3o do Benedito que o escritor e ilustrador Josias Marinho nos apresenta essa manifesta\u00e7\u00e3o que faz parte da cultura brasileira. Vamos brincar de descobrir esses sons e ritmos com Benedito? SIM\u00d5ES, Fabio. Olel\u00ea: uma can\u00e7\u00e3o da \u00c1frica. Editora: Melhoramentos, 2015.Sinopse: A hist\u00f3ria por tr\u00e1s de uma tradicional cantiga infantil do povo que vive \u00e0s margens do Rio Cassai, na Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo. A can\u00e7\u00e3o cita palavras de origem bantu introduzidas no Brasil na \u00e9poca da escravid\u00e3o. Na \u00e9poca da cheia, quando as \u00e1guas do Rio Cassai sobem, quem est\u00e1 nas \u00e1reas baixas precisa migrar para os lugares mais altos. \u00c9 hora de cantar a m\u00fasica que vai dar coragem \u00e0s crian\u00e7as que ter\u00e3o que atravessar o rio. O Kala, o homem mais velho da aldeia, chama os mais novos assim: \u201cOlel\u00ea, olel\u00ea!\u201d. Os meninos e as meninas entendem que \u00e9 para a crian\u00e7ada se reunir, entrar nos barcos e come\u00e7ar a perigosa travessia. NEVES, Andr\u00e9. Obax. [S.l.]: Brinque-book, 2010.Sinopse: Quando o sol acorda no c\u00e9u das savanas, uma luz fina se espalha sobre a vegeta\u00e7\u00e3o escura e rasteira. O dia aquece, enquanto os homens lavram a terra e as mulheres cuidam dos afazeres dom\u00e9sticos e das crian\u00e7as. Ao anoitecer, tudo volta a se encher de vazio, e o sil\u00eancio negro se transforma num \u00f3timo companheiro para compartilhar boas hist\u00f3rias. JUNQUEIRA, S\u00f4nia. Pedrinho, cad\u00ea voc\u00ea?. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2011.Um menino se esconde e a m\u00e3e come\u00e7a um jogo de: Cad\u00ea seu p\u00e9? Cad\u00ea sua boca?, etc., enumerando partes do corpo e fazendo a brincadeira t\u00e3o ao gosto dos bem pequenos. LIMA, Heloisa Pires. O comedor de nuvens, ilustra\u00e7\u00f5es Suppa. S\u00e3o Paulo: Edi\u00e7\u00f5es Paulinas, 2009.Sinopse: No reino dos ach\u00e2ntis ningu\u00e9m passava fome, porque havia abund\u00e2ncia de alimento: eles comiam nuvens, que naqueles tempos ficavam bem pertinho do ch\u00e3o. Certa vez, apareceu um comil\u00e3o no reino que temperava aquele alimento e devorava, sem ao menos apreciar o sabor. FELIX, Andreza. Meia Curta. Ilustra\u00e7\u00f5es Santiago R\u00e9gis. Belo Horizonte: Mazza Edi\u00e7\u00f5es, 2020.Sinopse: Esta \u00e9 a hist\u00f3ria de como as n\u00e3o muito queridas meias curtas de uma pequena bailarina salvaram a vida dela. Mas para al\u00e9m dessa hist\u00f3ria, este \u00e9 um livro sobre uma garotinha que n\u00e3o tem problemas com o espelho, que gosta de vestir-se para si mesma e de brincar com seu cabelo crespo experimentando penteados. BARBOSA, Rogerio Andrade. Outros Contos africanos para crian\u00e7as brasileiras. 6\u00aa ed. S\u00e3o Paulo, Editora: Paulinas, 2011.Sinopse: 'Contos africanos para crian\u00e7as brasileiras' re\u00fane dois contos de temas universais e tradicionais, que pertencem \u00e0 literatura oral de Uganda; o primeiro fala de como nasceu a inimizade entre o gato e o rato, e o segundo, do motivo pelo qual os jabutis t\u00eam os cascos \"rachados\". HAKIY, Tiago. Curumimzice. [S.l.]: Editora LeYa Did\u00e1ticos, 2014.Sinopse: Esta obra, ricamente ilustrada por Walther Moreira Santos, \u00e9 um canto liter\u00e1rio, que pretende reproduzir a emo\u00e7\u00e3o da alegria descontra\u00edda, caracter\u00edstica da vida leve, t\u00e3o pr\u00f3pria dos curumins. O autor Tiago Hakiy, de origem Sater\u00e9-Maw\u00e9, povo ind\u00edgena que habita a regi\u00e3o do Rio Amazonas, oferece ao leitor o deleite de um dia com o personagem curumim. Em suas rimas singelas, o passarinho, as \u00e1guas do rio, a brisa, a lua passam. Tudo passa, assim como o tempo das curuminzices, quando se aprende a evitar os jacar\u00e9s, a subir em marimarizeiro e a sorrir para enfrentar banzeiros. Pois a arte da poesia vem do saber ouvir, experi\u00eancia que se origina na inf\u00e2ncia. HAKIY, Tiago. A pescaria do curumim e outros poemas ind\u00edgenas. Ilustra\u00e7\u00f5es Ta\u00edsa Borges. 1. ed. S\u00e3o Paulo: Panda Books, 2015. 36 pp.Sinopse: Em A pescaria do Curumim e outros poemas ind\u00edgenas, a cultura dos \u00edndios da Amaz\u00f4nia \u00e9 apresentada \u00e0s crian\u00e7as sob a forma de singelos poemas. Coloridos, tradicionais e de tra\u00e7os fortes, os desenhos contribuem para a inser\u00e7\u00e3o do p\u00fablico infantojuvenil no universo dos \u00edndios amaz\u00f4nicos. MUNDURUKU, Daniel. Kab\u00e1 Darebu. S\u00e3o Paulo: Brinque-Book, 2002.Sinopse: Nossos pais nos ensinam a fazer sil\u00eancio para ouvir os sons da natureza; Kab\u00e1 Darebu \u00e9 um menino \u00edndio, de 7 anos, que conta com sabedoria e poesia o jeito de ser dos Munduruku, sua tribo que vive na Floresta Amaz\u00f4nica. E Kab\u00e1 Darebu conta um pouco da hist\u00f3ria de sua gente. MUNDURUKU, Daniel. Foi vov\u00f3 que disse. 1\u00aa ed. Porto Alegre: Edelbra, 2015.Sinopse: No livro \"Foi vov\u00f3 que disse \" vamos conhecer a hist\u00f3ria de um menino que nasceu na floresta. Ele \u00e9 um menino ind\u00edgena e tudo que sabe ele aprendeu foi atrav\u00e9s do que sua vov\u00f3 dizia. \"A Floresta \u00e9 m\u00e1gica! ... Quem narra a hist\u00f3ria \u00e9 o Kaxiboremp\u00f4, um jovem \u00edndio que vai completar sete anos. MIRIM, Wera Jeguaka. Kunumi Guarani. S\u00e3o Paulo: Panda Book, 2014.Sinopse: Filho de escritor e nascido na aldeia Krukutu, localizada no distrito de Parelheiros, em S\u00e3o Paulo, Wer\u00e1 Jeguaka Mirim cresceu ouvindo hist\u00f3rias e traduzindo palavras em viv\u00eancias. Agora, aos 13 anos, o menino do povo guarani retrata sua vida no livro infantil Kunumi guarani, da Panda Books. A obra \u00e9 um mergulho nas principais atividades e brincadeiras realizadas por Wer\u00e1 em sua aldeia. Ir \u00e0 escola, estudar a l\u00edngua portuguesa e guarani, nadar na represa e at\u00e9 usar a internet s\u00e3o algumas pr\u00e1ticas realizadas em seu dia a dia. Relatar o seu cotidiano serve como inspira\u00e7\u00e3o para estimular nos leitores n\u00e3o apenas a imagina\u00e7\u00e3o, mas, principalmente, o conhecimento sobre a vida de uma crian\u00e7a ind\u00edgena que vive na cidade e que preserva as tradi\u00e7\u00f5es de seu povo.Com suas texturas e cores t\u00edpicas da fauna e da flora brasileira, as ilustra\u00e7\u00f5es de Gilberto Miadaira enriquecem ainda mais a hist\u00f3ria de Wer\u00e1. Dessa forma, palavras e imagens convergem para que se mantenham vivas as mem\u00f3rias e a atualidade do povo guarani. Curiosidade: Voc\u00ea sabia que a palavra \u201cKunumi\u201d significa \u201cmenino\u201d na l\u00edngua guarani? MACUXI, Ely. Ipaty. O curumim da selva. Ilustra\u00e7\u00f5es de Maur\u00edcio Negro. S\u00e3o Paulo: Editora Paulinas, 2010.O livro narra as aventuras do curumim, cujo nome d\u00e1 t\u00edtulo ao livro, contadas pelo pr\u00f3prio menino. Entrela\u00e7adas nas aventuras est\u00e3o as lendas, os mitos, as tradi\u00e7\u00f5es, os costumes e o cotidiano dos Macuxi, ind\u00edgenas que habitam as serras do estado de Roraima, pr\u00f3ximo \u00e0 fronteira do Brasil e Venezuela. WAPICHANA, Cristino. A oncinha Lili. 1\u00aaed. [S.l.]: Edeb\u00e9 Brasil, 2014O livro \u00e9 convidativo para pais e professores trabalharem com os pequeninos. O texto apresenta a bela Oncinha Lili e sua fam\u00edlia, com colagens lindas e divertidas. Mostra como um filhote de on\u00e7a vive, seu lar e seus familiares. HAKIY, Tiago. Noite e dia na aldeia. Curitiba: Editora Positivo, 2014Sinopse: O autor deste livro faz parte de um povo ind\u00edgena Sater\u00e9-Maw\u00e9 ou Sater\u00e9 Maw\u00e9 que vive entre os estados do Amazonas e do Par\u00e1, na reserva ind\u00edgena Andir\u00e1-Maraw. A obra narra poeticamente a integra\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as e dos bichos com elementos da noite e do dia WAPICHANA, Kamuu Dan. O sopro da vida: putakaryy kakykary. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2018.Sinopse: Esta \u00e9 a hist\u00f3ria de Win Dan, menino de quatro anos da etnia Wapichana, que vivia no cerrado do Planalto Central do Brasil, e queria salvar as \u201cplantas beb\u00eas\u201d, como assim chamava as sementes, que estavam doentes e n\u00e3o germinavam. Assim, iniciou sua trajet\u00f3ria junto \u00e0 M\u00e3e Terra, \u00e0 fam\u00edlia e aos grandes esp\u00edritos, com os paj\u00e9s. Uma narrativa de amor e esperan\u00e7a em que as tradi\u00e7\u00f5es ancestrais de respeito, conhecimento e cuidado da Natureza podem germinar dentro da inf\u00e2ncia.A cuidadosa edi\u00e7\u00e3o bil\u00edngue deste conto de Kamuu Dan, vencedor do Concurso Liter\u00e1rio FNLJ (2017), aproxima as culturas da inf\u00e2ncia brasileira, seja das etnias ind\u00edgenas, nas realidades das aldeias sob press\u00e3o violenta dos latifundi\u00e1rios, do agroneg\u00f3cio, madereiros, mineradoras e outros representantes do poder econ\u00f4mico, seja das cidades, em defesa do direito \u00e0 terra e \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel. Um conto m\u00e1gico e atual contra as sementes transg\u00eanicas, pelo direito \u00e0 inf\u00e2ncia e \u00e0 vida YAM\u00c3, Yaguar\u00ea. Pequenas guerreiras. Ilustra\u00e7\u00f5es Taisa Borges. S\u00e3o Paulo: Leya, 2011.Sinopse: O livro traz a hist\u00f3ria de cinco meninas, filhas das amazonas, lend\u00e1rias guerreiras ind\u00edgenas que deram nome ao estado hom\u00f4nimo, na regi\u00e3o Norte do Brasil. Um dia, elas v\u00e3o brincar no lago Espelho da Lua, na regi\u00e3o do rio Nhamund\u00e1, e s\u00e3o surpreendidas por ind\u00edgenas inimigos. LEITE, M\u00e1rcia. Poeminhas da Terra. S\u00e3o Paulo: Editora Pulo do Gato, 2016.Hora de comer, hora de brincar, hora de colher, hora de pescar, hora de festejar, hora de contemplar, hora de compartilhar s\u00e3o alguns dos temas explorados nestes singelos poemas sobre o cotidiano da vida na aldeia daqueles que s\u00e3o os primeiros habitantes do Brasil. ROSA, Sonia. A lenda do Timb\u00f3. 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Pallas, 2010.Sinopse: A lenda do timb\u00f3 \u00e9 uma bela hist\u00f3ria de amor: dois povos em guerra, um amor proibido, um casal em fuga... e um final m\u00e1gico. O timb\u00f3 de que este livro fala n\u00e3o \u00e9 o cip\u00f3 amaz\u00f4nico, cuja hist\u00f3ria aparece em muitas colet\u00e2neas de lendas ind\u00edgenas brasileiras. Ele fala de uma \u00e1rvore nativa da regi\u00e3o do Chaco que, no Brasil, ocorre nas regi\u00f5es Sul e Centro-Oeste: \u00e1rea onde moram povos ind\u00edgenas aparentados com os que vivem no Chaco argentino, paraguaio e boliviano: guaicurus, guaranis, terenas. Este fato aumenta a import\u00e2ncia do livro, pois registra uma hist\u00f3ria pouco conhecida no Brasil, divulga e salva do esquecimento mais um fragmento da riqu\u00edssima cultura dos povos ind\u00edgenas sul-americanos. MUNDURUKU, Daniel. Coisas de \u00edndio: vers\u00e3o infantil. S\u00e3o Paulo: Callis, 2003Sinopse: A vers\u00e3o infantil de Coisas de \u00edndio, de Daniel Munduruku, tra\u00e7a um panorama das diferentes comunidades ind\u00edgenas. Os textos tratam dos povos ind\u00edgenas, situando o leitor em aspectos como: os locais onde vivem, a arte, a alimenta\u00e7\u00e3o, a medicina, o trabalho e os elementos culturais que comp\u00f5em esses povos. JEKUP\u00c9, Ol\u00edvio. Tekoa: conhecendo uma aldeia ind\u00edgena. Ilustra\u00e7\u00f5es Maur\u00edcio Negro. S\u00e3o Paulo: Global, 2011.Sinopse: Tekoa \u2013 Conhecendo uma aldeia ind\u00edgena, de Ol\u00edvio Jekup\u00e9 \u2013 autor descendente do povo tupi-guarani e engajado na quest\u00e3o ind\u00edgena -, narra a hist\u00f3ria de Carlos, um menino da cidade que escolhe passar suas f\u00e9rias em uma aldeia. Para Carlos, o per\u00edodo de conviv\u00eancia com os \u00edndios foi uma experi\u00eancia e tanto. A leitura desse livro certamente enriquecer\u00e1 o universo do aluno-leitor, que ter\u00e1 a oportunidade de conhecer um pouco sobre nossas ra\u00edzes ind\u00edgenas, t\u00e3o importantes na forma\u00e7\u00e3o de nossa etnia. YAM\u00c3, Yaguar\u00ea. Um curumim, uma canoa. Ilustrador Yaguar\u00ea Yam\u00e3. Rio de Janeiro: Escrita Fina, 2015Sinopse: Aguiry \u00e9 um curumim que se prepara para uma grande aventura. Ele tem uma canoa e com ela percorre o reino da cobra grande. Mas espere a\u00ed! Uma crian\u00e7a percorre sozinha um reino t\u00e3o perigoso? Ah! Descubra como isso acontece lendo essa deliciosa hist\u00f3ria sobre um indiozinho e sua canoa, que juntos desbravam os sonhos de uma crian\u00e7a. HAKIY, Tiago. Curumim. 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Curitiba: Editora Positivo, 2014Sinopse: O curumim Sater\u00e9-Maw\u00e9 adora pescar e comer fruta no p\u00e9. Entre pirangueiras e a\u00e7aizeiros, ele brinca, passeia e se diverte. At\u00e9 que chega a hora de dormir. MINAPOTY, Lia; YAM\u00c3, Yaguar\u00ea. A \u00e1rvore de carne e outros contos. S\u00e3o Paulo: Tordesilhinhas, 2011.Sinopse: Esta edi\u00e7\u00e3o conta com seis contos da mitologia do povo Maragu\u00e1, descendente da antiga civiliza\u00e7\u00e3o Tapaj\u00f4nica \u2013 que desenvolveu sofisticada cer\u00e2mica decorada \u2013, habitante da regi\u00e3o do rio Abacaxis, no Amazonas. O fato de ambos os autores serem origin\u00e1rios de tal cultura busca anular a presen\u00e7a de um branco como intermedi\u00e1rio das narrativas \u2013 um paj\u00e9 sai em busca de novos poderes guiado por uma voz misteriosa; o deus Guarimon\u00e3g se encontra cercado por for\u00e7as malignas e usa uma \u00e1rvore para se defender; o garoto deixa a aldeia e vai morar em plena mata por amor \u00e0 natureza; um jovem casal apaixonado desenvolve plano para conseguir o consentimento dos pais da mo\u00e7a; um homem resolve se opor \u00e0s proibi\u00e7\u00f5es da tribo e enfrenta as maldi\u00e7\u00f5es de uma lagoa e, por fim, \u00e9 narrada a origem do povo Maragu\u00e1. O volume cont\u00e9m um gloss\u00e1rio que explica os significados de palavras do idioma Maragu\u00e1 \u2013 e de outras l\u00ednguas ind\u00edgenas \u2013 e do vocabul\u00e1rio t\u00edpico da Amaz\u00f4nia. FRAGATA, Cl\u00e1udio. O tupi que voc\u00ea fala. S\u00e3o Paulo, SP: Globo. Livros, 2018.Sinopse: O tupi que voc\u00ea fala mostra \u00e0s crian\u00e7as que nosso portugu\u00eas traz influ\u00eancias de outras culturas e agu\u00e7a a curiosidade dos pequenos a descobrir a origem das palavras. ... As ilustra\u00e7\u00f5es de Maur\u00edcio Negro complementam o texto, de forma que as palavras desconhecidas possam ser apresentadas aos pequenos leitores. JEKUP\u00c9, Olivio; KEREXU, Maria. A mulher que virou Urutau. Ilustrado por Taisa Borges. S\u00e3o Paulo: Panda Books, 2011.Sinopse: Esta \u00e9 a hist\u00f3ria de uma bela \u00edndia que se apaixona por Jaxi, o Lua. Para saber se o sentimento era verdadeiro, Jaxi resolve colocar em prova o amor da jovem. Conhe\u00e7a nesta linda hist\u00f3ria de amor a lenda guarani sobre o p\u00e1ssaro urutau. O livro traz o texto em portugu\u00eas e em guarani e dados informativos sobre o p\u00e1ssaro urutau. A obra traz a lenda guarani sobre a origem do p\u00e1ssaro urutau, uma ave que possui uma diferente estrat\u00e9gia de camuflagem: ficar im\u00f3vel nos troncos das \u00e1rvores, de olhos fechados, para n\u00e3o chamar a aten\u00e7\u00e3o dos predadores. Seu canto \u00e9 rouco e melanc\u00f3lico, por isso \u00e9 chamada tamb\u00e9m de \u201cave fantasma\u201d ou \u201cm\u00e3e da lua\u201d. Por meio da lenda \u00e9 poss\u00edvel discutir a rela\u00e7\u00e3o entre ess\u00eancia e apar\u00eancia, valores e virtudes, al\u00e9m da pr\u00f3pria cultura ind\u00edgena. YAM\u00c3, Yaguar\u00ea. Contos da floresta. Ilustra\u00e7\u00f5es Luana Geiger. S\u00e3o Paulo: Peir\u00f3polis, 2011.Sinopse: O livro re\u00fane tr\u00eas mitos e tr\u00eas lendas do povo ind\u00edgena Maragu\u00e1, conhecido na regi\u00e3o do Baixo-Amazonas como \u201co povo das hist\u00f3rias de assombra\u00e7\u00e3o\u201d. Mais recentemente, as hist\u00f3rias desse povo, mantidas ao longo do tempo pela tradi\u00e7\u00e3o oral, passaram a ganhar uma nova forma de registro, os livros. Nessa edi\u00e7\u00e3o, os contos foram divididos em mitos e lendas. Os mitos explicam a vida e as leis da natureza, reverenciam a bravura, a verdade. S\u00e3o mat\u00e9ria de f\u00e9 e traduzem valores sagrados. J\u00e1 as lendas n\u00e3o tratam de figuras ou elementos sagrado POTIGUARA, Eliane. A cura da Terra. Ilustra\u00e7\u00f5es Soud. S\u00e3o Paulo: Ed.do Brasil, 2015.Sinopse: Mo\u00edna \u00e9 uma menina ind\u00edgena que adora ouvir as hist\u00f3rias de sua av\u00f3. Uma delas revelar\u00e1 o sofrimento pelo qual seu povo passou, as descobertas, a sabedoria de seus ancestrais e como conseguiram a cura de um de seus bens mais preciosos: a terra. YAM\u00c3, Yaguar\u00ea. Guayar\u00ea: o menino da aldeia do rio. S\u00e3o Paulo: Biruta, 2019.Sinopse: O que \u00e9 um adulto para voc\u00ea? Para o povo maragu\u00e1, uma crian\u00e7a se torna adulta entre os treze e quinze anos de idade. Essa passagem \u00e9 celebrada com rituais que j\u00e1 s\u00e3o uma tradi\u00e7\u00e3o da tribo. No livro de Yaguar\u00ea Yam\u00e3, o menino Guayar\u00ea, de apenas sete anos, vai lhe contar esse e outros costumes da tribo maragu\u00e1: como organizam suas atividades do dia a dia, a vida \u00e0s margens do rio Abacaxis e o modo como se divertem em meio \u00e0 natureza. SUNNY; NEGRO, Mauricio. As aventuras de Torty, a Tartaruga. Paulinas, 2012.Sinopse: Os cinco contos deste tem como personagem principal a tartaruga que, na vis\u00e3o d mundo dos pa\u00edses africanos, \u00e9 um animal que representa a esperteza, caracterizada pela conduta de pouca \u00e9tica. Nos contos, Torty \u00e9 descrita como criatura esnobe, orgulhosa, ambiciosa, sempre em busca da riqueza de forma f\u00e1cil e enganadora para deter o poder. BARBOSA, Rog\u00e9rio Andrade. Tr\u00eas contos africanos de adivinha\u00e7\u00e3o. Paulinas, 2009.Sinopse: A proposta de Tr\u00eas contos Africanos de Adivinha\u00e7\u00e3o \u2013 al\u00e9m de recontar tr\u00eas narrativas recolhidas da literatura oral nigeriana \u2013 \u00e9 de interagir com leitor, desafiando-o a solucionar os enigmas apresentados \u00e0s personagens, antes do desfecho das hist\u00f3ricas. Em \u201cTr\u00eas gravetas\u201d e \u201cAs tr\u00eas moedas de ouro\u201d, as personagens t\u00eam que desmascarar malfeitores e ladr\u00f5es; Em \u201cTr\u00eas mercadorias muito Estranhas\u201d, um anci\u00e3o precisa fazer a travessia do Rio Niger, em um pequeno barco para levar um leopardo, uma cabra e um saco de inhame, driblando a cadeia alimentar. Os textos s\u00e3o resgastes de narrativas africanas \u2013 marca registrada do autor que trabalhou como volunt\u00e1rio da ONU na Guin\u00e9-Bissau \u2013 cuja literatura tem como um dos prop\u00f3sitos transmitir ensinamentos de \u00e9tica para uma boa conviv\u00eancia. WAPICHANA, Cristiano. Sapatos trocados. Paulinas, 2014.Sinopse: Se n\u00e3o fosse pelos sapatos trocados, Kapaxi n\u00e3o se tornaria uma lenda, sendo considerado al\u00e9m do mais veloz, tamb\u00e9m o mais bondoso dentre os animais da terra; kapaxi recebeu um par de sapatos m\u00e1gicos de Tuminkery (criador de todas as coisas) que o tornou o grande velocista e mensageiro oficial do reino animal; ele possu\u00eda outros talentos: era tamb\u00e9m um excelente contador de hist\u00f3rias e sempre fazia a alegria dos pequeninos com seus \"arranques\" empoeirados por onde passava; nas festas do Jabuti, ele era sempre o encarregado de convidar todos os moradores para a comemora\u00e7\u00e3o; e na festa da kayz waywepen (lua cheia) n\u00e3o foi diferente; primeiro ele avisou a todos, e depois voltou para a casa do amigo para ajud\u00e1-lo juntamente com Aro na lida dos preparativos para o evento; aconteceu que, durante a arruma\u00e7\u00e3o, Kapaxi e Aro, tiveram uma discuss\u00e3o infrut\u00edfera e lan\u00e7aram um desafio: quem corria mais e quem cavava mais r\u00e1pido um buraco; desafio que seria cumprido ap\u00f3s a festa; s\u00f3 que eles n\u00e3o contavam que o cansa\u00e7o seria um de seus maiores oponentes e por conta dele, trocaram seus amuletos: Aro cal\u00e7ou os sapatos de Kapaxi e esse, os de Aro; com isso, Aro saiu em disparada e nunca mais foi visto e Kapaxi perdeu de vez o posto de mensageiro; motivado a encontr\u00e1-lo, o Tatu nunca desistiu de procur\u00e1-lo por todo canto e por onde ia, cavava buracos para abrigar-se; desta forma seguia sua vida: buscando incessantemente por Aro e tamb\u00e9m ajudando o pr\u00f3ximo com os abrigos que deixava pelo caminho; atrav\u00e9s de um texto l\u00fadico e harm\u00f4nico, Cristino contribui mais uma vez para seu engajamento nas quest\u00f5es culturais ind\u00edgenas; e ainda nos apresenta informa\u00e7\u00f5es sobre o seu povo, os Wapichana; Mauricio Negro, pesquisador de diversidades culturais, tamb\u00e9m d\u00e1 conta do recado e usa diversas t\u00e9cnicas para deixar o livro ainda mais atrativo. JEKUPE, Ol\u00edvio. O presente de Jaxi Jater\u00ea. Panda books, 2017.Sinopse: Kerexu tinha ouvido dos mais velhos v\u00e1rias hist\u00f3rias de Jaxy Jater\u00ea, o protetor da floresta. Por ser poderoso, as pessoas podem fazer pedidos a ele, mas ela n\u00e3o sabia como cham\u00e1-lo. Por\u00e9m, sua prima conhecia o segredo e o ensinou a Kerexu. Certa noite, Kerexu adentrou na floresta, realizou o ritual e fez um pedido. Ser\u00e1 que Jaxy Jater\u00ea ir\u00e1 atend\u00ea-la? Abra as p\u00e1ginas deste livro e descubra o desejo de Kerexu e como termina esta hist\u00f3ria do povo guarani.","tipicidade":"Projetos Normais","tipologia":"Projetos normais","enquadradmento":"Artigo 18","mecanisnmo":"Mecenato","UF":"RS","municipio":"Porto Alegre","segmento":"Doa\u00e7\u00e3o ou Aquis Acervos p\/ Bibli e Arquiv p\u00fablicos","data_inicio":"2025-01-01","data_termino":"2025-12-31","outras_fontes":".0000","proponente":"FERST & OSTERMANN LTDA","ano_projeto":"24","local_realizacao":[{"municipio_ibge":"430130","municipio":"Arroio Grande","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"430160","municipio":"Bag\u00e9","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"430270","municipio":"Buti\u00e1","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"430390","municipio":"Campo Bom","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"430450","municipio":"Cangu\u00e7u","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"430605","municipio":"Cristal","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"430676","municipio":"Eldorado do Sul","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"430690","municipio":"Encruzilhada do Sul","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"430770","municipio":"Esteio","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"430880","municipio":"General C\u00e2mara","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"430930","municipio":"Gua\u00edba","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"431100","municipio":"Jaguar\u00e3o","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"431395","municipio":"Pantano Grande","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"431417","municipio":"Pedras Altas","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"431420","municipio":"Pedro Os\u00f3rio","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"431490","municipio":"Porto Alegre","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"431710","municipio":"Santana do Livramento","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"431830","municipio":"S\u00e3o Gabriel","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"431960","municipio":"S\u00e3o Sep\u00e9","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"432000","municipio":"Sapucaia do Sul","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"},{"municipio_ibge":"432055","municipio":"Sert\u00e3o Santana","uf":"Rio Grande do Sul","sigla_uf":"RS","pais":"Brasil"}],"valor_solicitado":628280.3984,"valor_aprovado":553475.9984,"valor_projeto":553475.9984,"valor_captado":0.01,"valor_proposta":628280.3984,"_links":{"self":"http:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/projetos","fornecedores":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/fornecedores?PRONAC=249164","incentivadores":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/incentivadores?incentivador_id=249164","proponente":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/proponentes\/42156ede644f77470e15bf4bd5a7cd7654e8c4b87eb655ef41e0724dd9ae"}}]},"_links":{"self":"http:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/projetos","first":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/projetos?PRONAC=249164&limit=100&offset=0","last":"https:\/\/api.salic.cultura.gov.br\/api\/v1\/projetos?PRONAC=249164&limit=100&offset=0"},"count":1,"total":1}